segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Curativo Natural

Pesquisadores brasileiros descobrem curativo natural


O curativo ajuda no tratamento de feridas de cicatrização difícil e tem um diferencial inovador: 100% da matéria-prima vêm de sangue doado.

Pesquisadores brasileiros descobriram um curativo natural para o tratamento de feridas de cicatrização difícil. É feito de sangue humano.
O aposentado Arthur Travasio tem feridas na perna causadas por uma queimadura que nunca cicatrizou. Agora, ele começou um tratamento com um gel que funciona como curativo natural.
O produto é fruto de uma pesquisa desenvolvida pelo Departamento de Hematologia da Unesp de Botucatu. O medicamento tem um diferencial inovador: 100% da matéria-prima vêm de sangue doado.
"O que nutre todos os tecidos é o sangue, então deveria estar neste sangue a resposta para as feridas”, disse a pesquisadora Elenice Deffune.
O sangue passa por essa máquina que divide o material em três partes: hemácias, usadas nas transfusões; plaquetas, utilizadas no tratamento de leucemia; e plasma, que na maioria das vezes era descartado. E é justamente o plasma a fonte do novo remédio.
A principal função do produto é estimular o organismo a conter a ferida. A ação das proteínas que estão presentes no gel ajuda a recuperação dos vasos sanguíneos, a formação de nova pele e o fechamento da lesão.
"São substâncias que interagem com a própria química do organismo", disse a pesquisadora Rosana Rossi Ferreira.
O gel está em fase de testes, mas logo deve ser comercializado. "Ele é economicamente viável e é cientificamente lógico", afirmou Elenice.
A auxiliar de enfermagem Conceição Marfil sofreu com úlceras nas pernas durante sete anos. Depois de usar o curativo natural, não tem mais nada.
"Foi uma salvação, tanto na parte estética, como emocional também, porque a pessoa que tem essa úlcera acaba se fechando um pouco".
De acordo com os pesquisadores, o gel desenvolvido pela Unesp deve custar um terço do preço dos medicamentos convencionais.


Pesquisadores brasileiros descobrem curativo natural
O curativo ajuda no tratamento de feridas de cicatrização difícil e tem um diferencial inovador: 100% da matéria-prima vêm de sangue doado.


Pesquisadores brasileiros descobriram um curativo natural para o tratamento de feridas de cicatrização difícil. É feito de sangue humano.
O aposentado Arthur Travasio tem feridas na perna causadas por uma queimadura que nunca cicatrizou. Agora, ele começou um tratamento com um gel que funciona como curativo natural.
O produto é fruto de uma pesquisa desenvolvida pelo Departamento de Hematologia da Unesp de Botucatu. O medicamento tem um diferencial inovador: 100% da matéria-prima vêm de sangue doado.
"O que nutre todos os tecidos é o sangue, então deveria estar neste sangue a resposta para as feridas”, disse a pesquisadora Elenice Deffune.
O sangue passa por essa máquina que divide o material em três partes: hemácias, usadas nas transfusões; plaquetas, utilizadas no tratamento de leucemia; e plasma, que na maioria das vezes era descartado. E é justamente o plasma a fonte do novo remédio.
A principal função do produto é estimular o organismo a conter a ferida. A ação das proteínas que estão presentes no gel ajuda a recuperação dos vasos sanguíneos, a formação de nova pele e o fechamento da lesão.
"São substâncias que interagem com a própria química do organismo", disse a pesquisadora Rosana Rossi Ferreira.
O gel está em fase de testes, mas logo deve ser comercializado. "Ele é economicamente viável e é cientificamente lógico", afirmou Elenice.
A auxiliar de enfermagem Conceição Marfil sofreu com úlceras nas pernas durante sete anos. Depois de usar o curativo natural, não tem mais nada.
"Foi uma salvação, tanto na parte estética, como emocional também, porque a pessoa que tem essa úlcera acaba se fechando um pouco".
De acordo com os pesquisadores, o gel desenvolvido pela Unesp deve custar um terço do preço dos medicamentos convencionais.


Pesquisadores brasileiros descobrem curativo natural
O curativo ajuda no tratamento de feridas de cicatrização difícil e tem um diferencial inovador: 100% da matéria-prima vêm de sangue doado.


Pesquisadores brasileiros descobriram um curativo natural para o tratamento de feridas de cicatrização difícil. É feito de sangue humano.
O aposentado Arthur Travasio tem feridas na perna causadas por uma queimadura que nunca cicatrizou. Agora, ele começou um tratamento com um gel que funciona como curativo natural.
O produto é fruto de uma pesquisa desenvolvida pelo Departamento de Hematologia da Unesp de Botucatu. O medicamento tem um diferencial inovador: 100% da matéria-prima vêm de sangue doado.
"O que nutre todos os tecidos é o sangue, então deveria estar neste sangue a resposta para as feridas”, disse a pesquisadora Elenice Deffune.
O sangue passa por essa máquina que divide o material em três partes: hemácias, usadas nas transfusões; plaquetas, utilizadas no tratamento de leucemia; e plasma, que na maioria das vezes era descartado. E é justamente o plasma a fonte do novo remédio.
A principal função do produto é estimular o organismo a conter a ferida. A ação das proteínas que estão presentes no gel ajuda a recuperação dos vasos sanguíneos, a formação de nova pele e o fechamento da lesão.
"São substâncias que interagem com a própria química do organismo", disse a pesquisadora Rosana Rossi Ferreira.
O gel está em fase de testes, mas logo deve ser comercializado. "Ele é economicamente viável e é cientificamente lógico", afirmou Elenice.
A auxiliar de enfermagem Conceição Marfil sofreu com úlceras nas pernas durante sete anos. Depois de usar o curativo natural, não tem mais nada.
"Foi uma salvação, tanto na parte estética, como emocional também, porque a pessoa que tem essa úlcera acaba se fechando um pouco".
De acordo com os pesquisadores, o gel desenvolvido pela Unesp deve custar um terço do preço dos medicamentos convencionais.

EmpórioMedicinal

Jornal Nacional Edição do dia 03/02/2011

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O segredo da digestão

Comer devagar: esse é o segredo



As pessoas que comem mais lentamente tendem a comer menos e, consequentemente, a pesar menos. Vários estudos científicos comprovam tal afirmação, e as pessoas mais magras, normalmente comem de maneira mais lenta.


Isso ocorre porque após a ingestão, o alimento passa pelo estômago e vai para o intestino. No momento em que as necessidades são satisfeitas, o intestino envia ao cérebro uma mensagem indicando que é hora de parar de comer. Então, a sensação de saciedade, assim como todas as outras sensações e sentimentos, é transmitida ao nosso corpo pelo cérebro. Alguns especialistas alegam que esta mensagem pode demorar até 20 minutos para chegar ao cérebro e, por este motivo, recomendam que uma refeição dure pelo menos 30 minutos. Portanto, quem come muito rápido, pode acabar comendo mais do que o necessário!


Quem come muito depressa, praticamente engolindo a comida sem mastigar, só se sente satisfeito quando o estômago está bem cheio, dilatado ou até mesmo dolorido. O resultado é que o estômago recebe pedaços grandes de comida e tem que trabalhar muito mais, causando dentre outros, os problemas digestivos.


Outro fato que deve-se levar em consideração é que quanto melhor for a mastigação, menos trabalho o estômago terá, assim a digestão será mais fácil e os riscos de problemas acabam sendo reduzidos.

Paponutricional

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ficar sentado torna a vida mais curta

Sedentarismo faz mal à saúde. Disso todo mundo sabe. O que ninguém imaginava, e um novo estudo acaba de revelar, é que ficar 6 horas diárias sentado pode provocar efeitos permanentes. No caso, elevar o risco de morte: que fica 18% maior para os homens e 37% maior para as mulheres. "Passar muito tempo sentado, independentemente do nível de atividade física [do indivíduo], provoca consequências metabólicas importantes", dizem os autores do estudo, que foi realizado pela Sociedade Americana do Câncer e acompanhou 123 mil homens e mulheres ao longo de 13 anos. O pior é que esse risco aumenta mesmo se a pessoa estiver em forma e praticar exercícios regularmente. Motivo: depois de algumas horas sem caminhar, o organismo interrompe a produção da lipase, enzima que os músculos usam para queimar gordura. Essa gordura fica circulando no corpo, onde eleva os níveis de triglicérides e mau colesterol (LDL), aumentando o risco de doenças cardiovasculares.

Em testes feitos com ratos, a lipase caiu dramaticamente após 4 horas de inatividade - e só voltou ao normal depois de 4 horas de caminhada. Como o metabolismo dos ratos é diferente do humano, esses números não podem ser transpostos diretamente. Mas a conclusão é clara. Não adianta ir à academia de manhã ou à noite e ficar todo o resto do tempo sentado. É importante se mexer durante todo o dia. Boa desculpa para se levantar da mesa e ir bater papo com os colegas no café.

SENHORITAMARMELADA

sábado, 22 de janeiro de 2011

Por que temos tipos sanguíneos diferentes?

“… Não seria mais fácil se todo mundo tivesse o mesmo tipo sanguíneo? Vários problemas de doação seriam resolvidos. Tenho sangue do tipo AB e sei que é um dos mais raros, morro de medo de precisar fazer uma transfusão de emergência!” Glorinha – São Carlos/SP



“É verdade que pessoas com tipo sanguíneo AB são considerados de sangue azul por quê? Marileide – via comentários

Glorinha e Marileide, para responder a estas duas dúvidas, recorri ao brilhante estudo realizado por profissionais da medicina biomolecular. Os mesmos que trabalham com a famosa dieta do grupo sanguíneo.
Pois bem, de acordo com estudiosos, por volta de 30.000 a 40.000 a.C., os primeiros homens das cavernas que habitaram o planeta tinham o sangue do tipo O, e por isso este tipo é considerado um sangue primitivo. Nesta época todos tinham o mesmo tipo sanguíneo e por milhares de anos este foi o único tipo de sangue existente. É o mais freqüente ainda hoje. O tipo O marcou a ascensão do homem ao topo da cadeia alimentar. Ele era caçador ativo, todos comiam as mesmas coisas, respiravam o mesmo ambiente e tinham as mesmas doenças.

Mas, com o aumento da população, começaram as migrações e com isto novas populações foram se isolando e a variação se acelerou. Houve uma mudança da condição de caçador para um modo de vida mais “agrário-domesticador”. Então por volta de 25.000 a 15.000 a.C. na Ásia ou no Oriente Médio, surgiu o sangue do tipo A, nessa época o homem já era mais sociável e colaborativo.


O sangue do tipo B apareceu por volta de 10.000 – 15.000 anos a.C. na região da cordilheira do Himalaia, quando foi necessária a primeira grande adaptação foi ao clima e o ambiente bastante diferenciado. Era uma sociedade que mostrava muito inteligência e criatividade. Hoje em dia, o tipo B é encontrado dominante desde o Japão, Mongólia e China e o oeste da Europa. Os alemães e austríacos apresentam uma grande porcentagem de indivíduos de tipo B.

Novas linhagens foram surgindo, as mudanças se seguiram e não demorou muito surgiu o sangue do tipo AB, considerado hoje, o mais raro, pois só abrange de 2-5% da população mundial. Surgiu entre 500 a.C. e 900, como resultado da miscigenação do tipo A caucasiano com o tipo B dos mongóis. É como se fosse uma mescla entre as características de todos os outros grupos.

Assim, acredita-se que os diferentes tipos sanguíneos foram surgindo com a diferenciação e distanciamento das linhagens humanas. O surgimento se tornou necessário assim como a diferença em cores de pele, pelos, formato dos olhos, etc. Dizem que o apelido “sangue azul” foi determinado para o tipo sanguíneo AB devido a sua raridade!

Homens das cavernas tinham o sangue do tipo “O”. Nesta época NÃO existiam sangue do tipo A, B e AB!
Fonte: DiariodeBiologia

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Campanhas criativas contra o tabagismo

Desde que foi proibido a publicidade voltada para o uso de cigarros, os profissionais de comunicação não desperdiçaram sua criatividade e usaram para criar ótimos anúncios contra o tabagismo. Confira!


















Blogbotapraraxa

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Cuide dos seus sapatos

Plástico: para evitar odores, lave os calçados semanalmente. Use sabão de coco e água gelada. Guarde quando eles estiverem totalmente secos.

Tênis: não lave quando há mistura de materiais, como couro e camurça. Limpe com pano úmido. Encha-os com bolas de papel para absorver a água e evitar deformações.

Crôco e cobra: couros texturizados retêm a poeira facilmente. Após o uso, limpe com uma flanela seca. Para evitar o ressecamento, engraxe ao menos uma vez por mês.

Camurça
: use uma escova de cerdas mistas (aço com náilon ou piaçava) para tirar o pó. Se estiverem molhados, não escove, pois pode manchar.

Couro: Limpe com flanela ou escova. Hidrate com graxa ou pomada na cor da peça. Guarde-os com meias por dentro para manter a forma.

Verniz: Remova manchas com um pano úmido e, para lustrar, passe pomada ou uma gota de manteiga derretida. Com pano seco, retire o excesso.

Botas: Para guardá-las sem deixar os canos marcados, usar uma revista enrolada dentro da peça e deixá-la aberta. Isso sustenta os canos, principalmente os médios e altos. “Nunca use jornais, pois eles soltam tinta e podem manchar”.

Manequim

domingo, 4 de abril de 2010

Anatomia Humana



Dica de um blog de anatomia muito interessante, com jogos educativos, testes,vídeos, atlas, etc.

O Melhor da Anatomia