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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Benefícios da água


Fonte de vida, oferece-nos saúde e beleza.



Ajuda a emagrecer, ajuda o nosso organismo a funcionar e faz maravilhas pela nossa pele! Dá energia e harmonia ao nosso corpo…

A água desempenha um papel essencial em quase todas as funções do nosso corpo, tais como a digestão, absorção e transporte de nutrientes e desintoxicação (a partir dos 25 anos, o corpo começa a perder água naturalmente). Filtra as toxinas, assim como as dilui facilitando o processo de excreção do corpo, regula a nossa temperatura corporal, acelera o processo de emagrecimento, ajuda a combater o acne, celulite, estrias, são inúmeras as vantagens corporais de bebermos água!

Se for daquelas pessoas que bebe pouca água durante o dia, ou mesmo nenhuma, analise-se a si mesmo: a sua pele está seca e os seus cabelos muito fracos? Tem problemas intestinais (constipação) ou sofre de outros problemas mais graves como cálculos renais ou hipertensão? Quer mudar estes problemas? A resposta é simples: Tem de beber água!

Ajuda a combater doenças como:

•Cancro
Uma ingestão insuficiente de água aumenta o risco de padecer de cancro da bexiga e do cólon porque fomenta a concentração de substâncias tóxicas nestes órgãos. Uma ingestão adequada de água reduz o risco.

•Infecções
Beber entre cinco a oito copos de água por dia reduz a produção de pedras nos rins e as infecções urinárias. Para além disso, mantém as mucosas do sistema respiratório convenientemente hidratadas, e diminui o risco de infecções virais como a gripe. A água também ajuda a limitar a incidência de ataques de asma.

•Gengivites e outras doenças da boca
A saliva, que contém substâncias antibacterianas, diminui se não bebermos água. Isto favorece a presença de bactérias que provocam gengivites, cáries e outras doenças da boca.

A água ajuda a emagrecer?
Regula o metabolismo das gorduras.Uma ingestão insuficiente de água faz com que os depósitos de gordura do nosso corpo aumentem, devido a um funcionamento incorrecto do fígado, responsável por metabolizar as gorduras e convertê-las numa fonte de energia para o organismo.

Todos os alimentos ricos em água como as frutas, legumes e verduras, ajudam no funcionamento dos rins, que acabam com líquidos retidos no corpo com mais eficiência. Vale lembrar, também, que as hortaliças e frutas possuem fibras que ajudam na digestão e assim, há um gasto calórico maior. A água pode ser a sua grande aliada, se tomada e ingerida correctamente.

Dá volume e saciedade
O controle da ingestão de alimentos pode ser feito de duas formas: pelo sistema nervoso (sensação de fome) e pelo sistema digestivo (saciedade). Assim, a ingestão de água ao longo do dia, e principalmente antes das refeições, mantém o estômago relativamente preenchido, diminuindo a “fome”.

Evita a retenção de líquidos
Quando o corpo recebe pouca água interpreta-o como uma ameaça para a sua sobrevivência e compensa essa carência retendo líquidos. Para o evitar, basta fornecer-lhe toda a água de que precisa.

Como saber que quantidade tomar?
Varia de pessoa para pessoa em função da idade, do sexo, da actividade, do estado de saúde, da alimentação e até mesmo do clima. Por isso, a forma mais prática de sabermos se ingerimos a água de que necessitamos (não só no seu estado puro, mas também através dos alimentos) consiste em observar a cor e o cheiro da urina (que deve ser clara e inodora) e a frequência com que vamos à casa de banho urinar, que deve ser, no mínimo, quatro vezes por dia.

Se bebermos mais do que necessitamos, o organismo fará automaticamente o seu equilíbrio interno, eliminando a água em excesso pela urina. De nada adianta bebê-la em excesso.

A água pode engordar?
Não. A água simples não tem qualquer caloria por isso não engorda!

Engorda beber água durante as refeições?
Não, mas pode fazer com que….

Os líquidos durante a refeição atrasam o processo digestivo, assim como podem causar gases e flatulência.

Como os líquidos saem do estômago mais rapidamente que os alimentos, podem causar aquela sensação de “vazio” o que leva muitas vezes a termos fome passado pouco tempo da refeição, um factor que pode leva-la a aumentar de peso. Procure beber água fora das refeições para que tal não aconteça, de preferência 30 m antes e depois das refeições.

Combinação de Água e fibras elimina toxinas
Quando o intestino não funciona correctamente, o nosso organismo vai dando sinais de que algo está mal, a começar pela nossa pele. A combinação adequada de fibras e água auxilia na movimentação do bolo fecal, activando também o funcionamento adequado dos rins e da bexiga, e consequentemente na eliminação de toxinas.

Além de auxiliar em dietas de emagrecimento e nos tratamentos de celulite, essa combinação diária é capaz de evitar que certas toxinas se transformem em erupções dermatológicas indesejáveis tais como acne, furúnculos, entre outros problemas. Nove entre dez modelos ou mulheres famosas incluem vários copos de água e alimentos fibrosos na sua lista de cuidados estéticos. É um segredo de beleza que todos nós podemos ter acesso.

Beber água em jejum emagrece?
Não! A água por si só não pode destruir ou diminuir as células de gordura.

Agora se começar o dia com um copo de água morna com limão aí sim será uma ajuda. Beba pelo menos litro e meio de água natural, fora das refeições.

Água da torneira ou engarrafada?
Ambas! É aconselhável variar, como fazemos com os alimentos, pois a composição da engarrafada difere da que é distribuída pela rede pública, o que pode ser benéfico para a nossa saúde.
MANIASDEBELEZA

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Fones de ouvido

Fones de ouvido podem fazer mal à saúde?




Apesar de isto ter virado moda há pouco tempo, os fones de ouvido já estão presentes no mercado bem antes de ouvirmos falar em MP3 player, iPod, iPhone, etc. Os fones tornaram-se mais comuns em meio aos adolescentes, mas os mais velhos também aderiram ao acessório. Prova disto é que até mesmo os aparelhos de telefone agora possuem entrada para fones de ouvidos, os quais, em muitos casos, já fazem parte do kit básico que vem junto com o aparelho.

Com a popularização dos MP3 players, tornou-se muito comum encontrar pessoas com fones de ouvido nos mais variados ambientes, com o transporte público seguindo como líder absoluto do lugar que possui mais pessoas “surdas” por metro quadrado.

Não é de hoje que existe uma preocupação grande com as pessoas que passam muito tempo fazendo uso deste acessório aparentemente inofensivo. Muitos estudos e pesquisas têm sido feitos nesta área, e os resultados são preocupantes. Mas será que isso tudo é verdade? Será mesmo que a utilização dos fones de ouvido pode prejudicar a nossa saúde?

Entendendo um pouco o decibel


Para facilitar a compreensão dos dados mostrados mais abaixo é preciso que o usuário esteja mais familiarizado com a unidade utilizada para medir a intensidade de um som, o decibel. Na escala decibel, o menor som audível possui uma intensidade de 0 dB. Como se trata de uma escala logarítmica, um som dez vezes mais forte do que o menor som audível possui intensidade igual a 10 dB, um som cem vezes mais forte, 20 dB, um som mil vezes mais forte, 30 dB, e assim por diante.

Para ficar mais claro, que tal um ideia prática? Confira abaixo a intensidade de alguns sons mais corriqueiros.

■Quase silêncio total – 0 dB.
■Sussurro – 15 dB.
■Conversa normal – 60 dB.
■Buzina de automóvel – 110 dB.
■Show de rock – 120 dB.
■Tiro ou rojão – 140 dB.
A exposição a um som com intensidade de 90 dB por mais de sete horas pode causar alguns danos à audição, mas basta um segundo para que um som com 140 dB de intensidade cause danos irreversíveis à sua audição, chegando a causar dor.

Hein?! Hã?! Não ouvi, pode repetir?!


É normal às vezes não conseguirmos ouvir o que a outra pessoa está nos falando, principalmente se tiver muito ruído no ambiente. Mas se isto está se tornando muito frequente, mesmo em ambientes silenciosos, e você é um utilizador assíduo de fones de ouvido, saiba que pode ser um sinal de que alguma coisa não está muito bem com sua audição.

Em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, mais da metade dos adolescentes entrevistados, todos “dependentes” de fones de ouvidos, apresentaram três dos principais sintomas de perda de audição: ouvir constantemente zumbidos e barulhos de campainhas, aumentar o volume da TV e do rádio, dizer “Hein?!”, “Hã?!” e “O quê?!” durante conversas normais e em ambientes pouco ruidosos.

Algumas pessoas apresentam ainda sintomas secundários, como o surgimento da labirintite, tontura e dores de cabeça em excesso (com a concentração na dor nas têmporas). Mas não somos apenas nós, usuários e pessoas comuns, que sofremos com o som alto e os problemas no uso indevido dos fones de ouvido.

Também é comum o relato de músicos famosos que sofreram lesões permanentes no canal auditivo. O vocalista da banda Jota Quest, Rogério Flausino, perdeu trinta por cento da audição do ouvido direito devido à exposição excessiva ao som de alta intensidade. Além dele, Eric Clapton e Phil Collins também disseram ter problemas auditivos.

Então não vou mais usar fones! ?


O maior problema não é o uso do fone de ouvido em si, mas sim o exagero de muitas pessoas. Quantas vezes já aconteceu de você pegar ônibus ou passar por uma pessoa com fones de ouvido que estava com o volume tão alto que era possível ouvir a música claramente mesmo estando longe? Pois é, este é o real problema quando o assunto é a saúde auditiva.

Nossos ouvidos aguentam uma intensidade sonora de até 75 dB sem sofrer dano algum, acima disso a audição já começa a ser prejudicada. Quanto maior for a intensidade, menor é o tempo que podemos ficar expostos sem sofrer as consequências mais tarde.

Há, no entanto, outro problema muito freqüente relacionado aos fones de ouvidos, mas ainda desconhecido por muitos: a dependência. Assim como a dependência química, há relatos de pessoas que tornaram-se dependentes dos fones de ouvido e não conseguem fazer absolutamente nada sem eles, mesmo que não esteja tocando música alguma. Em casos mais graves, os usuários chegam a apresentar sintomas da chamada crise de abstinência.

Dois dos principais sintomas desta dependência são a dificuldade de concentração e o nervosismo excessivo da pessoa quando ela não está com o acessório “pendurado” nas orelhas. A agressividade repentina também pode ser um indicativo de que a pessoa está precisando de ajuda, antes que a situação se agrave.

Mas afinal, faz mal ou não?!


O dito popular já fala: “tudo o que é em excesso, faz mal”. Com os fones de ouvido não poderia ser diferente. Se usado corretamente, por períodos não muito longos, e com a música, ou o que você estiver ouvindo, em um volume que você, e apenas você, consiga ouvir claramente, não há problema algum.

Do contrário pode ser que, além de incomodar as demais pessoas que estão a sua volta, você comece a ter problemas de audição.

No começo pode parecer apenas um zumbido ou uma dorzinha chata, mas no futuro pode tornar-se um trauma irreversível e será preciso conviver com isto o resto da vida.

Então, já sabe, se começar a perceber algum destes sintomas, pode ser que esteja na hora de rever a maneira com a qual você utiliza os fones de ouvido. Fora isto, é só aproveitar e curtir.

Alguém aí tem amigos ou conhecidos que está começando a ficar surdo? Será que você não está apresentando os sintomas citados acima e nem percebeu? Fique atento, é uma questão de saúde!


Baixaki

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O segredo da digestão

Comer devagar: esse é o segredo



As pessoas que comem mais lentamente tendem a comer menos e, consequentemente, a pesar menos. Vários estudos científicos comprovam tal afirmação, e as pessoas mais magras, normalmente comem de maneira mais lenta.


Isso ocorre porque após a ingestão, o alimento passa pelo estômago e vai para o intestino. No momento em que as necessidades são satisfeitas, o intestino envia ao cérebro uma mensagem indicando que é hora de parar de comer. Então, a sensação de saciedade, assim como todas as outras sensações e sentimentos, é transmitida ao nosso corpo pelo cérebro. Alguns especialistas alegam que esta mensagem pode demorar até 20 minutos para chegar ao cérebro e, por este motivo, recomendam que uma refeição dure pelo menos 30 minutos. Portanto, quem come muito rápido, pode acabar comendo mais do que o necessário!


Quem come muito depressa, praticamente engolindo a comida sem mastigar, só se sente satisfeito quando o estômago está bem cheio, dilatado ou até mesmo dolorido. O resultado é que o estômago recebe pedaços grandes de comida e tem que trabalhar muito mais, causando dentre outros, os problemas digestivos.


Outro fato que deve-se levar em consideração é que quanto melhor for a mastigação, menos trabalho o estômago terá, assim a digestão será mais fácil e os riscos de problemas acabam sendo reduzidos.

Paponutricional

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ficar sentado torna a vida mais curta

Sedentarismo faz mal à saúde. Disso todo mundo sabe. O que ninguém imaginava, e um novo estudo acaba de revelar, é que ficar 6 horas diárias sentado pode provocar efeitos permanentes. No caso, elevar o risco de morte: que fica 18% maior para os homens e 37% maior para as mulheres. "Passar muito tempo sentado, independentemente do nível de atividade física [do indivíduo], provoca consequências metabólicas importantes", dizem os autores do estudo, que foi realizado pela Sociedade Americana do Câncer e acompanhou 123 mil homens e mulheres ao longo de 13 anos. O pior é que esse risco aumenta mesmo se a pessoa estiver em forma e praticar exercícios regularmente. Motivo: depois de algumas horas sem caminhar, o organismo interrompe a produção da lipase, enzima que os músculos usam para queimar gordura. Essa gordura fica circulando no corpo, onde eleva os níveis de triglicérides e mau colesterol (LDL), aumentando o risco de doenças cardiovasculares.

Em testes feitos com ratos, a lipase caiu dramaticamente após 4 horas de inatividade - e só voltou ao normal depois de 4 horas de caminhada. Como o metabolismo dos ratos é diferente do humano, esses números não podem ser transpostos diretamente. Mas a conclusão é clara. Não adianta ir à academia de manhã ou à noite e ficar todo o resto do tempo sentado. É importante se mexer durante todo o dia. Boa desculpa para se levantar da mesa e ir bater papo com os colegas no café.

SENHORITAMARMELADA

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Campanhas criativas contra o tabagismo

Desde que foi proibido a publicidade voltada para o uso de cigarros, os profissionais de comunicação não desperdiçaram sua criatividade e usaram para criar ótimos anúncios contra o tabagismo. Confira!


















Blogbotapraraxa

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Que frio!!!


Quais são as consequências do frio sobre a nossa saúde? Para as entendermos, vamos analisar como é que o corpo reage tanto na saúde como em algumas doenças.




A fisiologia da alimentação no frio

Durante as estações de clima quente, o corpo gasta menos energia na manutenção da temperatura corporal; mas, no Inverno, há grande dispêndio de energia para produzir calor. É por isso que nos dias frios sentimos maior necessidade de alimentos com alto teor de calorias, como doces, mel, chocolate, massas e gorduras. O apetite é mais voraz, temos necessidade de alimentos mais energéticos, em quantidades maiores ou intervalos menores. Alguns dos responsáveis por essas mudanças no nosso apetite são a insulina e o glucagon, hormonas que fazem o controlo da nossa taxa de açúcar no sangue. Também há um delicado mecanismo cerebral de controlo da temperatura corporal. Se o nosso corpo precisa de aumentar a temperatura, o cérebro emite comandos para os músculos, fazendo contracções involuntárias que produzem calor.




Já viu alguém “a tremer de frio”?

No Verão, as nossas necessidades fisiológicas são outras. Há pouco dispêndio de energia para a manutenção da temperatura corporal, e pode até ser necessário perder líquidos através da transpiração, a fim de manter a temperatura nos limites ideais. Isso faz com que sintamos mais sede, ingerindo água e outros líquidos com maior frequência. Na transpiração perdemos sal, e precisamos de ingerir uma maior quantidade. Nesse mecanismo também interferem algumas hormonas, sendo a renina a principal. Se a nossa urina está escura, de um amarelo mais intenso, isso pode significar que estamos com pouco líquido no organismo. Fique atento à cor da sua urina, pois ela é o melhor indicador do seu estado de hidratação. Se estiver escura, procure beber mais líquidos.No Inverno, os dias são mais curtos e isso parece afectar a nossa glândula pineal que, segundo muitos pesquisadores, é sensível à luz. Dessa forma, as suas hormonas seriam mais abundantes nos dias longos de Verão e menos nos dias curtos do Inverno.


Podemos resumir assim: no Inverno temos maior necessidade de alimentos calóricos, como doces, massas e gorduras; no Verão temos maior necessidade de líquidos e sal. Os sumos e frutas devem ser usados mais frequentemente.




Gripes e constipações

O frio tem um efeito directo sobre os vasos sanguíneos, fazendo com que fiquem mais contraídos e assim transportando menor quantidade de sangue para os tecidos. As vias respiratórias altas, compreendidas pelo nariz, seios perinasais e garganta, sofrem muito com o frio. Esse é um dos motivos pelos quais as pessoas adoecem mais de gripes, constipações e sinusites no Inverno. Outro factor importante é que no frio os ambientes permanecem mais fechados, o ar fica “viciado”, ou seja, há pouca circulação e isso facilita a transmissão de doenças entre as pessoas.Nos meses de Inverno, é preciso redobrar os cuidados quando se tem em casa alguém doente. É importante evitar o contacto, mas nem sempre é possível. Além disso, o vírus da gripe tem a capacidade de ir mudando com o tempo. O nosso sistema de defesa consegue guardar na memória imunológica as informações para combater prontamente os vírus com os quais já tivemos contacto. No entanto, após algumas transformações, o vírus já não é reconhecido, podendo levar o indivíduo a adoecer novamente. A vacina contra a gripe é de especial ajuda, podendo e devendo ser usada sempre que possível. Mas é preciso repeti-la uma vez por ano.SinusitesO Inverno pode ser um período de grande dificuldade para os portadores de sinusite. O frio faz com que o batimento ciliar das mucosas seja mais lento, além de diminuir a circulação, reduzindo a resistência local. O clima mais seco facilita maior quantidade de partículas em suspensão no ar. Como essas pessoas possuem, com frequência, alergia a algum factor do ambiente, devem ser tomados todos os cuidados para afastar esses desencadeantes. Muitas pessoas sentem-se beneficiadas com humidificadores de ambiente ou simplesmente ao colocarem uma vasilha com água no quarto de dormir.




Laringite estridulosa

Há algumas doenças típicas do frio, ou seja, ocorrem principalmente quando há uma mudança brusca de temperatura. A laringite estridulosa é uma delas. Produz uma tosse rouca conhecida como “tosse de cão”. Ela vem com a frente fria e geralmente tem o seu início de madrugada, quando a temperatura ambiente cai de forma mais intensa. Afecta as crianças mais pequenas, entre 1 a 5 anos de idade.Algumas crianças repetem as crises com muita facilidade. Uma forma de minimizar esse problema é mantendo a criança bem agasalhada. Deve evitar-se ao máximo que o quarto arrefeça de madrugada, mantendo as janelas e portas fechadas. Inalações aquecidas, produzidas por inaladores ultrassónicos, ajudam a prevenir esse quadro. Nas crises mais fortes, há o risco da criança ficar asfixiada, e deve ser sempre consultada por um médico nas urgências.



Bebé com pieira

Certas crianças possuem predisposição especial para terem bronco-espasmos, que se manifestam por respiração rápida e superficial, pieira e sibilos pulmonares. O quadro clínico é muito semelhante ao da asma alérgica, diferenciando-se dela por serem desencadeados pela mudança de temperatura, entre outros factores. Esses quadros podem ter vários factores desencadeantes, como gripe, alergia a alimentos, poeira, mofo e medicamentos. Essas crianças tendem a piorar muito no Inverno.




Pneumonia

A pneumonia é mais frequente e mais grave no Inverno. Ela ocorre em todas as idades, mas as crianças pequenas e os idosos são mais susceptíveis a complicações. A melhor forma de evitar a pneumonia é tratar bem as gripes. Isso faz-se mantendo as vias aéreas superiores limpas e desobstruídas, lavadas com soro fisiológico ou similar. É importante manter o paciente bem hidratado, oferecendo líquidos e sumos, principalmente os de frutas ácidas, por trazerem uma boa quantidade de vitamina C.




Outras medidas preventivas
Proteja-se da exposição indevida ao frio. O uso de roupas adequadas que protejam as extremidades do corpo mantendo o calor, é o primeiro passo. Muitas vezes aquecemos a parte superior do corpo, o que é correcto, mas as extremidades não recebem a mesma atenção. Se tem a tendência de ter as extremidades frias, aumente a eficiência circulatória, fazendo mais exercícios. As crianças, principalmente, devem ser protegidas do frio tanto nos pés como nas mãos.
Evite as correntes de ar frio no quarto de dormir, mas não feche todas as frestas possíveis. Esse hábito impede a renovação de ar puro indispensável à oxigenação. É justamente esse medo de ar fresco que nos torna vulneráveis a qualquer variação de temperatura.
Aumente a sua capacidade de enfrentar o frio, “vacinando-se” através da exposição controlada ao frio, como duches frios inicialmente rápidos, após o banho quente. Depois, aumente o tempo de banho frio, à medida que se for acostumando. Muitas pessoas predispostas a bronquites têm melhorado apenas com essas medidas.
Fortaleça o organismo exercitando-se. O exercício físico tem a função de aumentar a produção de calor pelo corpo e equilibrar a circulação.
Uma boa alimentação desempenha um papel importante na prevenção contra doenças. No Inverno, coma alimentos mais calóricos, sem negligenciar os alimentos ricos em vitaminas e sais minerais que protegem contra infecções. As frutas devem fazer parte da dieta do Inverno, e não apenas os alimentos mais “quentes”.
Abstenha-se de produtos nocivos, como o cigarro, bebidas alcoólicas e drogas. Com certeza ficará mais resistente para não se preocupar em demasia com as intempéries do Inverno.
A higiene pessoal é importante em todas as épocas, mas especialmente oportuna quando estamos com a imunidade diminuída. Cuide-se.
Evite o contacto íntimo e directo com pessoas doentes, principalmente com doenças infecto-contagiosas. Os microorganismos são veiculados pelo ar, e gotículas de vapor são eliminadas pelos pulmões através da tosse e do espirro.
Fonte: Dr. Manfred Krusche



Proteja-se da exposição indevida ao frio. O uso de roupas adequadas que protejam as extremidades do corpo mantendo o calor, é o primeiro passo. Muitas vezes aquecemos a parte superior do corpo, o que é correcto, mas as extremidades não recebem a mesma atenção.




Fenómenos vasculares

No Inverno, algumas pessoas ficam com as extremidades (dedos das mãos e dos pés) arroxeados e com pouca circulação de sangue. Acompanham dor e falta de sensibilidade, o que facilita ferimentos. Esse quadro é conhecido como “Sindroma de Raynaud”. Pode estar associado a doenças auto-imunes. Manter as extremidades sempre bem aquecidas é fundamental. Às vezes, é necessário manter os dedos em água morna durante algum tempo para que a circulação possa voltar.




Dermatites do frio

A pele também sofre com o frio, ficando mais fina, seca e áspera. São mais frequentes as fissuras labiais. Para evitar que o quadro se agrave, é preciso que os banhos sejam mais rápidos, com água não muito quente, e evitar o uso demorado de sabonetes ou produtos que retirem a oleosidade natural da pele. O uso de cremes hidratantes suaves ajuda. Para as fissuras labiais, recomenda-se o uso de manteiga de cacau, que previne e serve de bom remédio.



Marco Aurélio Bussacarini

Pediatra e consultor da nossa congénere brasileira Vida & Saúde


Fonte: SaudeLar

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Fumo X Saúde


A seguir temos uma pequena amostra do que preocupa os pesquisadores com relação ao fumo e à saúde:


Câncer de Pulmão:
87% das mortes por câncer de pulmão ocorrem entre os fumantes.

Doenças Cardíacas:
Os fumantes correm um risco de 70% maior de apresentar doenças cardíacas

Câncer de Mama:
As mulheres que fumam 40 ou mais cigarros por dia têm uma probabilidade 74% maior de morrer de câncer de mama.

Deficiências Auditivas:
Os bebês de mulheres fumantes têm maiores dificuldades em processar sons.

Complicações da Diabetes:
Os diabéticos que fumam ou que mascam tabaco correm maior risco de ter graves complicações renais e apresentam retinopatia (distúrbios da retina) de evoluções mais rápidas.

Câncer de Cólon:
Dois estudos com mais de 150.000 pessoas mostram uma relação clara entre o fumo e o câncer de cólon.

Asma:
A fumaça pode piorar a asma em crianças

Predisposição ao Fumo:
As filhas de mulheres que fumavam durante a gravidez têm quatro vezes mais probabilidade de fumar também.

Leucemia:
Suspeita-se que o fumo cause leucemia mielóide.

Contusões em Atividades Físicas:
Segundo um estudo do Exército dos Estados Unidos, os fumantes têm mais probabilidades de sofrer contusões em atividades físicas.

Memória:
Doses altas de nicotina podem reduzir a destreza mental em tarefas complexas.

Depressão:
Psiquiatras estão investigando evidências de que há uma relação entre o fumo e a depressão profunda, além da esquizofrenia.

Suicídio:
Um estudo feito entre enfermeiras mostrou que a probabilidade de cometer suicídio era duas vezes maior entre as enfermeiras que fumavam.

Outros perigos a acrescentar à lista:
Câncer da boca, laringe, gargantas, esôfago, pâncreas, estômago, intestino delgado, bexiga, rins e colo do útero; derrame cerebral, ataque cardíaco, doenças pulmonares crônicas, distúrbios circulares, úlceras pépticas, diabetes, infertilidade, bebês abaixo do peso, osteoporose e infecções dos ouvidos. Pode-se acrescentar ainda o perigo de incêndios, já que o fumo é a principal causa de incêndios em residências, hotéis e hospitais.

Quanto custa o vício do cigarro?

01 CASTEIRA DE CIGARROR$ 02,00 = 01 LEITE + 06 PÃES.

01 SEMANA - R$ 14,00 = 12 LITROS DE LEITE.

01 MÊSR$ 60,00 = 15 KG DE CARNE.

01 ANO - R$ 730,00 = 06 CESTAS BÁSICAS OU 01 GELADEIRA.

10 ANOSR$ 7.300,00 = 01 CARRO USADO OU 60 CESTAS BÁSICAS.

20 ANOSR$ 14.600,00 = 01 CARRO NOVO.

30 ANOS - R$ 21.900,00 = 01 CASA.

Fonte: Enfermagem Comentada