segunda-feira, 15 de junho de 2009

Que frio!!!


Quais são as consequências do frio sobre a nossa saúde? Para as entendermos, vamos analisar como é que o corpo reage tanto na saúde como em algumas doenças.




A fisiologia da alimentação no frio

Durante as estações de clima quente, o corpo gasta menos energia na manutenção da temperatura corporal; mas, no Inverno, há grande dispêndio de energia para produzir calor. É por isso que nos dias frios sentimos maior necessidade de alimentos com alto teor de calorias, como doces, mel, chocolate, massas e gorduras. O apetite é mais voraz, temos necessidade de alimentos mais energéticos, em quantidades maiores ou intervalos menores. Alguns dos responsáveis por essas mudanças no nosso apetite são a insulina e o glucagon, hormonas que fazem o controlo da nossa taxa de açúcar no sangue. Também há um delicado mecanismo cerebral de controlo da temperatura corporal. Se o nosso corpo precisa de aumentar a temperatura, o cérebro emite comandos para os músculos, fazendo contracções involuntárias que produzem calor.




Já viu alguém “a tremer de frio”?

No Verão, as nossas necessidades fisiológicas são outras. Há pouco dispêndio de energia para a manutenção da temperatura corporal, e pode até ser necessário perder líquidos através da transpiração, a fim de manter a temperatura nos limites ideais. Isso faz com que sintamos mais sede, ingerindo água e outros líquidos com maior frequência. Na transpiração perdemos sal, e precisamos de ingerir uma maior quantidade. Nesse mecanismo também interferem algumas hormonas, sendo a renina a principal. Se a nossa urina está escura, de um amarelo mais intenso, isso pode significar que estamos com pouco líquido no organismo. Fique atento à cor da sua urina, pois ela é o melhor indicador do seu estado de hidratação. Se estiver escura, procure beber mais líquidos.No Inverno, os dias são mais curtos e isso parece afectar a nossa glândula pineal que, segundo muitos pesquisadores, é sensível à luz. Dessa forma, as suas hormonas seriam mais abundantes nos dias longos de Verão e menos nos dias curtos do Inverno.


Podemos resumir assim: no Inverno temos maior necessidade de alimentos calóricos, como doces, massas e gorduras; no Verão temos maior necessidade de líquidos e sal. Os sumos e frutas devem ser usados mais frequentemente.




Gripes e constipações

O frio tem um efeito directo sobre os vasos sanguíneos, fazendo com que fiquem mais contraídos e assim transportando menor quantidade de sangue para os tecidos. As vias respiratórias altas, compreendidas pelo nariz, seios perinasais e garganta, sofrem muito com o frio. Esse é um dos motivos pelos quais as pessoas adoecem mais de gripes, constipações e sinusites no Inverno. Outro factor importante é que no frio os ambientes permanecem mais fechados, o ar fica “viciado”, ou seja, há pouca circulação e isso facilita a transmissão de doenças entre as pessoas.Nos meses de Inverno, é preciso redobrar os cuidados quando se tem em casa alguém doente. É importante evitar o contacto, mas nem sempre é possível. Além disso, o vírus da gripe tem a capacidade de ir mudando com o tempo. O nosso sistema de defesa consegue guardar na memória imunológica as informações para combater prontamente os vírus com os quais já tivemos contacto. No entanto, após algumas transformações, o vírus já não é reconhecido, podendo levar o indivíduo a adoecer novamente. A vacina contra a gripe é de especial ajuda, podendo e devendo ser usada sempre que possível. Mas é preciso repeti-la uma vez por ano.SinusitesO Inverno pode ser um período de grande dificuldade para os portadores de sinusite. O frio faz com que o batimento ciliar das mucosas seja mais lento, além de diminuir a circulação, reduzindo a resistência local. O clima mais seco facilita maior quantidade de partículas em suspensão no ar. Como essas pessoas possuem, com frequência, alergia a algum factor do ambiente, devem ser tomados todos os cuidados para afastar esses desencadeantes. Muitas pessoas sentem-se beneficiadas com humidificadores de ambiente ou simplesmente ao colocarem uma vasilha com água no quarto de dormir.




Laringite estridulosa

Há algumas doenças típicas do frio, ou seja, ocorrem principalmente quando há uma mudança brusca de temperatura. A laringite estridulosa é uma delas. Produz uma tosse rouca conhecida como “tosse de cão”. Ela vem com a frente fria e geralmente tem o seu início de madrugada, quando a temperatura ambiente cai de forma mais intensa. Afecta as crianças mais pequenas, entre 1 a 5 anos de idade.Algumas crianças repetem as crises com muita facilidade. Uma forma de minimizar esse problema é mantendo a criança bem agasalhada. Deve evitar-se ao máximo que o quarto arrefeça de madrugada, mantendo as janelas e portas fechadas. Inalações aquecidas, produzidas por inaladores ultrassónicos, ajudam a prevenir esse quadro. Nas crises mais fortes, há o risco da criança ficar asfixiada, e deve ser sempre consultada por um médico nas urgências.



Bebé com pieira

Certas crianças possuem predisposição especial para terem bronco-espasmos, que se manifestam por respiração rápida e superficial, pieira e sibilos pulmonares. O quadro clínico é muito semelhante ao da asma alérgica, diferenciando-se dela por serem desencadeados pela mudança de temperatura, entre outros factores. Esses quadros podem ter vários factores desencadeantes, como gripe, alergia a alimentos, poeira, mofo e medicamentos. Essas crianças tendem a piorar muito no Inverno.




Pneumonia

A pneumonia é mais frequente e mais grave no Inverno. Ela ocorre em todas as idades, mas as crianças pequenas e os idosos são mais susceptíveis a complicações. A melhor forma de evitar a pneumonia é tratar bem as gripes. Isso faz-se mantendo as vias aéreas superiores limpas e desobstruídas, lavadas com soro fisiológico ou similar. É importante manter o paciente bem hidratado, oferecendo líquidos e sumos, principalmente os de frutas ácidas, por trazerem uma boa quantidade de vitamina C.




Outras medidas preventivas
Proteja-se da exposição indevida ao frio. O uso de roupas adequadas que protejam as extremidades do corpo mantendo o calor, é o primeiro passo. Muitas vezes aquecemos a parte superior do corpo, o que é correcto, mas as extremidades não recebem a mesma atenção. Se tem a tendência de ter as extremidades frias, aumente a eficiência circulatória, fazendo mais exercícios. As crianças, principalmente, devem ser protegidas do frio tanto nos pés como nas mãos.
Evite as correntes de ar frio no quarto de dormir, mas não feche todas as frestas possíveis. Esse hábito impede a renovação de ar puro indispensável à oxigenação. É justamente esse medo de ar fresco que nos torna vulneráveis a qualquer variação de temperatura.
Aumente a sua capacidade de enfrentar o frio, “vacinando-se” através da exposição controlada ao frio, como duches frios inicialmente rápidos, após o banho quente. Depois, aumente o tempo de banho frio, à medida que se for acostumando. Muitas pessoas predispostas a bronquites têm melhorado apenas com essas medidas.
Fortaleça o organismo exercitando-se. O exercício físico tem a função de aumentar a produção de calor pelo corpo e equilibrar a circulação.
Uma boa alimentação desempenha um papel importante na prevenção contra doenças. No Inverno, coma alimentos mais calóricos, sem negligenciar os alimentos ricos em vitaminas e sais minerais que protegem contra infecções. As frutas devem fazer parte da dieta do Inverno, e não apenas os alimentos mais “quentes”.
Abstenha-se de produtos nocivos, como o cigarro, bebidas alcoólicas e drogas. Com certeza ficará mais resistente para não se preocupar em demasia com as intempéries do Inverno.
A higiene pessoal é importante em todas as épocas, mas especialmente oportuna quando estamos com a imunidade diminuída. Cuide-se.
Evite o contacto íntimo e directo com pessoas doentes, principalmente com doenças infecto-contagiosas. Os microorganismos são veiculados pelo ar, e gotículas de vapor são eliminadas pelos pulmões através da tosse e do espirro.
Fonte: Dr. Manfred Krusche



Proteja-se da exposição indevida ao frio. O uso de roupas adequadas que protejam as extremidades do corpo mantendo o calor, é o primeiro passo. Muitas vezes aquecemos a parte superior do corpo, o que é correcto, mas as extremidades não recebem a mesma atenção.




Fenómenos vasculares

No Inverno, algumas pessoas ficam com as extremidades (dedos das mãos e dos pés) arroxeados e com pouca circulação de sangue. Acompanham dor e falta de sensibilidade, o que facilita ferimentos. Esse quadro é conhecido como “Sindroma de Raynaud”. Pode estar associado a doenças auto-imunes. Manter as extremidades sempre bem aquecidas é fundamental. Às vezes, é necessário manter os dedos em água morna durante algum tempo para que a circulação possa voltar.




Dermatites do frio

A pele também sofre com o frio, ficando mais fina, seca e áspera. São mais frequentes as fissuras labiais. Para evitar que o quadro se agrave, é preciso que os banhos sejam mais rápidos, com água não muito quente, e evitar o uso demorado de sabonetes ou produtos que retirem a oleosidade natural da pele. O uso de cremes hidratantes suaves ajuda. Para as fissuras labiais, recomenda-se o uso de manteiga de cacau, que previne e serve de bom remédio.



Marco Aurélio Bussacarini

Pediatra e consultor da nossa congénere brasileira Vida & Saúde


Fonte: SaudeLar

sexta-feira, 12 de junho de 2009

The Scientist - Coldplay



Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
And tell you I set you apart
Tell me your secrets, and ask me your questions
Oh let's go back to the start
Running in circles, coming up tails
Heads on a silence apart

Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh take me back to the start

I was just guessing at numbers and figures
Pulling the puzzles apart.
Questions of science, science and progress
Don't speak as loud as my heart.
So tell me you love me, come back and haunt me,
Oh, when I rush to the start
Running in circles, chasing in tails
coming back as we are.

Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy.
No one ever said it would be so hard
I'm going back to the start.

Ooooohhhhhhh [x4]

Tradução

O cientista

Vim pra lhe encontrar,
Dizer que sinto muito,
Você não sabe o quão amável você é

Tenho que lhe achar,
Dizer que preciso de você,
Dizer que a abandonei

Conte-me seus segredos
Faça-me suas perguntas
Oh, vamos voltar pro começo

Correndo em círculos,
Surgindo as caudas,
Cabeças num separado silêncio

Ninguém disse que era fácil,
É tão vergonhoso pra nós nos separarmos
Ninguém disse que era fácil,
Ninguém jamais disse que seria tão difícil assim
Oh, me leve de volta pro começo...

Eu só estava pensando
Em números e figuras,
Rejeitando seus quebra-cabeças

Questões da ciência,
Ciência e progresso
Não falam tão alto quanto meu coração

Diga-me que me ama,
Volte e me assombre
Oh, quando eu corro pro começo

Correndo em círculos,
Perseguindo nossas caudas
Voltando a ser como éramos

Ninguém disse que era fácil,
É tão vergonhoso pra nós nos separarmos
Ninguém disse que era fácil,
Ninguém jamais disse que seria tão difícil assim
eu estou indo de volta para o começo...


Desenhos-7850

Fumo X Saúde


A seguir temos uma pequena amostra do que preocupa os pesquisadores com relação ao fumo e à saúde:


Câncer de Pulmão:
87% das mortes por câncer de pulmão ocorrem entre os fumantes.

Doenças Cardíacas:
Os fumantes correm um risco de 70% maior de apresentar doenças cardíacas

Câncer de Mama:
As mulheres que fumam 40 ou mais cigarros por dia têm uma probabilidade 74% maior de morrer de câncer de mama.

Deficiências Auditivas:
Os bebês de mulheres fumantes têm maiores dificuldades em processar sons.

Complicações da Diabetes:
Os diabéticos que fumam ou que mascam tabaco correm maior risco de ter graves complicações renais e apresentam retinopatia (distúrbios da retina) de evoluções mais rápidas.

Câncer de Cólon:
Dois estudos com mais de 150.000 pessoas mostram uma relação clara entre o fumo e o câncer de cólon.

Asma:
A fumaça pode piorar a asma em crianças

Predisposição ao Fumo:
As filhas de mulheres que fumavam durante a gravidez têm quatro vezes mais probabilidade de fumar também.

Leucemia:
Suspeita-se que o fumo cause leucemia mielóide.

Contusões em Atividades Físicas:
Segundo um estudo do Exército dos Estados Unidos, os fumantes têm mais probabilidades de sofrer contusões em atividades físicas.

Memória:
Doses altas de nicotina podem reduzir a destreza mental em tarefas complexas.

Depressão:
Psiquiatras estão investigando evidências de que há uma relação entre o fumo e a depressão profunda, além da esquizofrenia.

Suicídio:
Um estudo feito entre enfermeiras mostrou que a probabilidade de cometer suicídio era duas vezes maior entre as enfermeiras que fumavam.

Outros perigos a acrescentar à lista:
Câncer da boca, laringe, gargantas, esôfago, pâncreas, estômago, intestino delgado, bexiga, rins e colo do útero; derrame cerebral, ataque cardíaco, doenças pulmonares crônicas, distúrbios circulares, úlceras pépticas, diabetes, infertilidade, bebês abaixo do peso, osteoporose e infecções dos ouvidos. Pode-se acrescentar ainda o perigo de incêndios, já que o fumo é a principal causa de incêndios em residências, hotéis e hospitais.

Quanto custa o vício do cigarro?

01 CASTEIRA DE CIGARRO – R$ 02,00 = 01 LEITE + 06 PÃES.

01 SEMANA - R$ 14,00 = 12 LITROS DE LEITE.

01 MÊS – R$ 60,00 = 15 KG DE CARNE.

01 ANO - R$ 730,00 = 06 CESTAS BÁSICAS OU 01 GELADEIRA.

10 ANOS – R$ 7.300,00 = 01 CARRO USADO OU 60 CESTAS BÁSICAS.

20 ANOS – R$ 14.600,00 = 01 CARRO NOVO.

30 ANOS - R$ 21.900,00 = 01 CASA.

Fonte: Enfermagem Comentada

Diarréia




A diarréia, ou fezes freqüentes e líquidas, é a forma do corpo se livrar de toxinas e sustâncias estranhas. A maioria dos casos de diarréia simples não devem ser controlados muito rapidamente. Talvez seja mais saudável deixar que o corpo do seu filho se desintoxique, sem deixar de fornecer-lhe a quantidade adequada de líquidos.


Há muitos microorganismos que podem causar diarréia, inclusive vírus, bactérias, fungos e protozoários. Seu filho pode contrair vírus, bactérias ou protozoários de outras crianças ou de água e alimentos contaminados. A intoxicação alimentar provoca diarréia rapidamente. Uma alergia ao leite ou sensibilidade alimentar, que pode aparecer com a introdução de novos alimentos, também pode causar diarréia.As causas menos comuns da diarréia são reações a medicamentos, inflamação intestinal, hepatite, fibrose cística e pancreatite.


Uma deformidade anatômica, como uma fístula, ou um defeito congênito, como a doença de Hirschsprung ou a síndrome do intestino curto, também podem causar diarréia. Se a diarréia do seu filho for decorrente de qualquer um desses problemas, ele precisará de cuidado médico.A maioria dos casos de diarréia simples é causada por vírus. Os vírus invadem o trato intestinal da criança, causando irritação e inflamação das paredes intestinais. Os vírus também induzem as células que revestem os intestinos a secretarem líquidos.


O aumento do volume de líquido, por sua vez, aumenta a peristalse, contrações "em ondas" dos intestinos. O resultado é cólica e fezes soltas, líquidas e freqüentes, características da diarréia.O vômito e a dor de barriga muitas vezes acompanham a diarréia e as cólicas abdominais geralmente vêm e vão, ocorrendo muitas vezes antes da evacuação.


Dependendo da causa da diarréia, pode haver ou não febre. Quando a criança está com diarréia, a desidratação é sempre uma preocupação séria, principalmente se a temperatura ambiente estiver elevada. Nos primeiros dois ou três meses de vida, a criança pode ficar desidratada rapidamente; portanto, se seu recém-nascido tiver diarréia, ligue para seu médico.


Observe seu filho entre os episódios de diarréia para ter uma idéia do seu estado. Se ele estiver alerta e não tiver cólica entre os episódios, pode partir tranqüilamente do princípio de que seu corpo tem a situação sob controle.


Mas se seu filho parecer fraco e a cólica não desaparecer entre os episódios, procure um médico.

Fonte:Enfermagem Comentada

Quem nunca sentiu dor?



A dor é uma sensação desagradável que indica um problema orgânico ou a possibilidade de uma lesão do corpo. A dor se inicia em terminais nervosos específicos para perceber a dor, distribuídos por todo o corpo. Esses receptores da dor transmitem as mensagens sob a forma de impulsos elétricos ao longo dos nervos até a medula espinhal e, em seguida, ao cérebro. Algumas vezes, o sinal desencadeia uma resposta reflexa ao chegar à medula espinhal. Quando isto ocorre, um sinal é imediatamente reenviado ao longo de nervos motores até o local original da dor, desencadeando a contração muscular.


Um exemplo de resposta reflexa é a reação imediata de afastamento quando tocamos inadvertidamente alguma coisa muito quente. O sinal da dor é também transmitido ao cérebro. Somente quando o cérebro processa o sinal e o interpreta como dor, o indivíduo passa a ter uma percepção consciente da mesma. Os receptores da dor e suas vias nervosas diferem nas diferentes partes do corpo.
Por essa razão, a sensação da dor varia de acordo com o tipo e a localização da lesão. Por exemplo, a quantidade de receptores da dor na pele é enorme e eles são capazes de transmitir informações precisas como, por exemplo, a localização de uma lesão e se a dor é aguda (p.ex., ferimento causado por uma arma branca) ou surda (p.ex., causada pela pressão, calor ou frio). Em contraste, os sinais da dor procedentes dos intestinos são limitados e imprecisos. O intestino pode ser pinçado, cortado ou queimado sem produzir um sinal doloroso. Entretanto, a distensão e a pressão podem causar dores intestinais muito intensas, mesmo quando sua causa for relativamente inofensiva como, por exemplo, a retenção de uma bolha de gás. O cérebro não consegue identificar a origem precisa da dor intestinal, que é de difícil localização e pode ser sentida sobre uma grande área. A dor sentida em algumas áreas do corpo pode não refletir acuradamente a localização do problema, porque pode tratar-se de uma dor referida, isto é, originária de um outro local.
A dor referida ocorre porque sinais de várias áreas do corpo freqüentemente são transmitidos pelas mesmas vias nervosas que vão à medula espinhal e ao cérebro. Por exemplo, a dor de um infarto do miocárdio pode ser sentida no pescoço, na mandíbula, nos membros superiores ou no abdômen, e a dor causada por um problema da vesícula biliar pode ser sentida no ombro. A tolerância à dor varia enormemente de um indivíduo a outro.


Um indivíduo pode considerar a dor de um pequeno corte ou de uma escoriação intolerável, enquanto outro pode tolerar um acidente maior ou um corte com uma faca com muito pouca queixa. A capacidade de suportar a dor varia de acordo com o humor, a personalidade e as circunstâncias. Em um momento de excitação durante uma competição atlética, o atleta muitas vezes não percebe uma contusão grave, mas poderá perceber a dor após a partida, sobretudo se a sua equipe tiver perdido. A percepção da dor pode inclusive mudar com a idade. À medida que os indivíduos envelhecem, eles queixam-se menos da dor, talvez porque as alterações do organismo reduzem a sensibilidade à dor ou, simplesmente, porque se tornam mais estóicas que os indivíduos mais jovens.

Fonte:Enfermagem Comentada

Você sabe o que é Gota?



Gota é um distúrbio do metabolismo das purinas, em que níveis anormalmente altos de ácido úrico se acumulam no sangue (hiperuricemia).


A concentração normal de ácido úrico no sangue é de 2,5 a 7,0 mg / ml para homens e de 1,5 a 6,0 mg / ml para mulheres. Dependendo do país estudado, pode chegar a 18% a população com ácido úrico acima de 7mg%. Entretanto, somente 20% dos hiperuricêmicos terão gota. Ou seja, ter ácido úrico alto não é igual a gota.
Esse acúmulo pode ocorrer tanto por uma superprodução ou uma baixa excreção de ácido úrico, ou mais provavelmente por uma combinação de ambos. O mecanismo produtor da doença mais freqüente é a ausência congênita de um mecanismo enzimático que excreta ácido úrico pelos rins. Não havendo eliminação adequada, aumenta a concentração no sangue. Outro defeito enzimático, bem menos comum, produz excesso de ácido úrico. Os rins, mesmo normais, não conseguem eliminar a carga exagerada de ácido úrico e este acumula-se no sangue. Quando a causa da hiperuricemia não é enzimática fala-se em gota secundária. Como conseqüência, os uratos de sódio se formam e se depositam como “tofos” nas pequenas articulações e tecidos circundantes. É uma doença de caráter crônico, não contagiosa, mas que pode passar pelas gerações de uma mesma família.


Os sintomas da primeira manifestação da doença duram de 3 a 4 dias e podem desaparecer em seguida. É caracterizada pelo início súbito e agudo da dor artrítica localizada começando habitualmente pelo hálux (dedão do pé) e que continua ascendendo pela perna.
Outra manifestação característica da gota é a formação de abcessos sobre as articulações, semelhantes a caroços cheios de substâncias brancas dentro. Em algumas crises agudas esses “tofos” podem vazar.

Fonte:Enfermagem Comentada

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Curiosidades do corpo humano





A revista Mundo Estranho publicou uma matéria muito interessante sobre algumas curiosidades do nosso corpo. Com a consultoria de médicos, professores e outros especialistas.

Confiram algumas:

Por que piscar?
Piscamos em média 25 mil vezes por dia. Precisamos disso para espalhar lágrimas pelos olhos que devem sempre estar úmidos e lubrificados para se protegerem de corpos estranhos como a poeira.
Por dia um adulto produz de 1 a 2 litros de lágrimas.

Quantas vezes trocamos de pele?
As células se renovam a cada 20 ou 30 dias. Ou seja, ao longo da vida “trocamos” de pele mais ou menos mil vezes!

Qual a capacidade de ar dos pulmões?
Cerca de 5 litros de ar, porém somente meio litro é renovado a cada respiração. Como a freqüência respiratória é de cerca de 15 movimentos por minuto, respiramos 450 litros de ar em uma hora; 10.800 litros por dia ou ainda 3,9 milhões de litros em um ano!

Qual a quantidade de sangue que circula no corpo?
Cinco litros em média. Com o coração batendo na média de 70 vezes por minuto, a cada batida ele bombeia 90 mililitros de sangue que percorrem o corpo em apenas um minuto.

Qual o limite de comida suportada pelo estômago?
O estômago é um órgão elástico, quando vazio tem um volume de 50 mililitros. Porém ele pode aumentar 80 vezes sua capacidade se você comer sem parar. Isto equivale a 3 ou 4 litros de comida. Se a pessoa insistir em continuar comendo a reação natural é o vômito…

Sangue ou Espermatozóide: Quem é mais rápido?
O Espermatozóide se move a cerca de 45 km/hora. Já o Sangue, na aorta ao sair do coração se move a incríveis 108 km/h. Para completar o grid da corrida temos o Espirro que alcança 150 km/h. Mas o vencedor é o Impulso nervoso que chega a impressionantes 360 km/h!

Qual a produção diária de gases?
Por volta de 1 a 1,5 litros. A maior parte é de gases que engolimos ao falar ou comer. Ele vai até o estômago que pode devolvê-lo pela boca na forma de arroto ou segue para o intestino.

Qual a quantidade de fezes produzidas por dia?
Em média, 150 gramas.

As unhas dos pés e das mãos crescem na mesma velocidade?
Não. As da mão crescem quatro vezes mais rápido do que as dos pés.

Fonte: Revista Mundo Estranho, Curiosando