sexta-feira, 5 de junho de 2009
Lies - Mcfly
Better run for cover
You're a hurricane full of lies
And the way you're heading
No one's getting out alive
So do us all a favor
Would you find somebody else to blame?
'Cause your words are like bullets and I'm the way your weapons aim
I guess I can fill a book
With things that I don't know about you, baby
You're not misunderstood
But you got, you got to go!
(Lies!) Living in a fantasy
(Lies!) Don't even know reality
(Lies!) When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!)
Don't even wanna know the truth
(Lies!) The devil has his eye on you, girl
When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!)
Yey yey
So don't forget your seatbelt
Don't you think of picking up the phone
Better say your prayers
'Cause you're never gonna make it home (Uh Uh Uh)
Did you miss the stop sign?
And our last decision was your last
'Cause you can't come back
Once you're lying in the broken glass
And I hope, you get to hear me say
Who gets the last laugh now?
(Lies!) Living in a fantasy
(Lies!) Don't even know reality
(Lies!) When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!)
Don't even wanna know the truth
(Lies!) The devil has his eye on you, girl
When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!)
No more excuses
No more running
Only God can save you now (God can save you now)
'Cause I know the truth
Your time is running out
And I'm just one drink away
And I'm back in Wonderland like it was yesterday
And I hope, you get to hear me say
Who gets the last?
Who gets the last?
Who gets the last laugh now?
(Lies!) Living in a fantasy
(Lies!) Don't even know reality
(Lies!) When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!)
Don't even wanna know the truth
(Lies!) The devil has his eye on you, girl
When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!)
Woah
Lies! Lies! Lies!
Woah
Lies! Lies! Lies!
Woah
Oh, lies! Lies! Lies!
Yeah
Lies! Lies! Lies!
Sobre ser feliz
Ser feliz não é ter uma vida isenta de perdas e frustrações.
É ser alegre, mesmo se vier a chorar;
É viver intensamente, mesmo no leito de um hospital;
É nunca deixar de sonhar, mesmo se tiver pesadelos;
É dialogar consigo mesmo, ainda que a solidão o cerque;
É sempre ser jovem, mesmo se os cabelos embranquecerem. É contar histórias para os filhos, mesmo se o tempo for escasso;
É amar os pais, mesmo se eles não compreenderem;
É agradecer muito, mesmo se as coisas derem erradas;
É transformar erros em lições de vida;
Ser feliz é sentir o sabor da água, sentir o frescor de uma brisa a tocar-lhe o rosto, é sentir o cheiro de terra molhada;
É extrair das pequenas coisas, grandes emoções;
É encontrar todos os dias, motivos para sorrir, mesmo que não existam grandes fatos;
É rir de suas próprias tolices;
É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções;
É ter amigos para pedir consolo e dividir alegrias;
É agradecer a Deus pelo espetáculo da vida... e perceber o quanto é facil e simples ser feliz...
(Autor desconhecido)
Texto postado em comemoração à minha felicidade!!!
quinta-feira, 28 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
O que é anorexia

O termo anorexia vem do grego, significando falta de apetite. O termo, na verdade , é errôneo, já que a falta de apetite é rara, pois o indivíduo muitas vezes sentem fome, mas procuram negá-la.
A síndrome foi identificada como entidade clínica em 1868, por Gull e Lasígue, apesar de Ter sido descrita em 1694 por Richard Morton, que relatava um emagrecimento auto-induzido em decorrência de um medo mórbido de ganhar peso.
As características essenciais da anorexia nervosa são: recusa do indivíduo de manter um peso corporal na faixa normal mínima associado à um temor intenso de ganhar peso. Esse distúrbio é caracterizado por distúrbios severos no comportamento alimentar, que merecem análise cuidadosa no que diz respeito aos aspectos e cuidados nutricionais.
A comunidade científica trata a (AN) como sintomas do inconsciente da cultura
contemporânea.
Na realidade, trata-se de uma perturbação significativa na percepção do esquema corporal, ou seja, da auto-percepção da forma e ou do tamanho do corpo.
Parece ter tornado-se do senso comum que tais transtornos são muito mais predominantes nas sociedades industrializadas, nas quais há abundância de comida e onde, especialmente para as mulheres, é considerada atraente a pessoa que é magra. Contraditoriamente, “em algumas culturas, a percepção distorcida do corpo pode não ser proeminente, e a motivação expressa para a restrição alimentar poderia Ter um conteúdo diferente, como o desconforto espigástrico.
A anorexia nervosa tem fatores psicológicos, biológicos e sociais.
Epidemiologia
A taxa de prevalência de indivíduos com Anorexia é de 1% e desses cerca de 90% dos casos de Anorexia Nervosa são em mulheres. Os casos acontecem com mais freqüência em classes sociais mais elevadas. Em 45% dos casos, a Anorexia acontece após uma dieta de emagrecimento. Em 40% acontece por competição, como por exemplo pessoas que sua profissão exige magreza como modelos e bailarinas.
Nas últimas décadas, tem crescido o número de relatos em meninas pré- púberes e em homens. As idades mais comuns de início ocorre na adolescência, mas até 5% dos pacientes com Anorexia Nervosa tem início logo após os 20 anos.
Etiologia
Não se conhecem as causas fundamentais da Anorexia Nervosa. Há autores que evidenciam como causa a interação sociocultural mal adaptada, fatores biológicos, mecanismos psicológicos menos específicos e especial vulnerabilidade de personalidade.
Fatores biológicos: Incluem as alterações hormonais que ocorrem durante a puberdade e as disfunções de neuro- transmissores cerebrais (disfunção cerebral ao nível do hipotálomo, que comandam os estímulos da fome, da sede e amadurecimento sexual) tais como a dopamina, a serotonina, noradrenalina e dos pepitídeos opióides.
Vários trabalhos apontam para uma pré- disposição genética para o desenvolvimento da Anorexia. Estudos demonstram uma taxa se concordância muito maior em gêmeos monozigóticos em comparação com gêmeos dizigóticos (56% contra 5%). Parentes de primeiro graus de pacientes com Anorexia exibe um risco de aproximadamente 8 vezes maior de apresentar a doença do que a população geral.
Fatores psicológicos: Muitas anoréxicas pertencem a famílias rígidas e fechadas sobre elas próprias, e geralmente tem um relacionamento patológico com a mãe.
As anoréxicas são freqüentemente pessoas dependentes mas atuando de uma forma de perfeita independência, extremamente carente de afeto, quase obsessiva tendência para o perfeccionismo intelectual, que as leva quase incurável racionalização.
Há como que uma recusa inconsciente de crescer, tentando conservar as formas de infância. A tentativa de controle do corpo surge assim como uma forma inconsciente de compensação de um sentimento generalizado de incapacidade, de dependência e de dificuldade de autonomia.
Fatores socioculturais: Os aspectos socioculturais dos transtornos alimentares têm sido amplamente estudados e já foram objeto de inúmeros trabalhos médicos, antropológicos, sociológicos e históricos. O interesse pelo tema decorre de observações, encontradas já nas primeiras descrições contemporâneas destes transtornos, de que a extrema valorização da magreza nas sociedades ocidentais desenvolvidas estaria fortemente associada à ocorrência de anorexia nervosa.
Os dados revelam também que anorexia nervosa pareça ser mais prevalente em
países ocidentais e são claramente mais freqüentes entre as mulheres jovens, especialmente aquelas pertencentes aos estratos sociais mais elevados destas sociedades, o que fortalece sua conexão com fatores socioculturais.
A pressão cultural para emagrecer é considerada um elemento fundamental da
etiologia dos transtornos alimentares, que interage com fatores biológicos, psicológicos e familiares para gerar a preocupação excessiva com o corpo e o pavor doentio de engordar, característicos da anorexia nervosa.
A influência dos aspectos socioculturais é marcante.
Os transtornos alimentares, na forma como se apresentam hoje em dia, emergem das pesquisas epidemiológicas como doenças relativamente modernas e predominantemente ocidentais. Segundo DiNicola (1990), a concepção de um modelo de compreensão dos transtornos alimentares que explique os dados sobre sua ocorrência e distribuição deve incluir necessariamente a abordagem do contexto sociocultural onde ocorrem.
Nas sociedades afluentes, ao mesmo tempo em que observamos uma oferta abundante de alimentos de alto teor calórico e de rápido consumo, e a vida cotidiana se torna cada vez mais sedentária, as modelos e atrizes de sucesso, representantes dos padrões ideais de beleza feminina, são extremamente magras e muitas vezes apresentam um corpo de pré- adolescente, com formas pouco definidas.
Assim, as sociedades ocidentais contemporâneas vivem atualmente sob o
ideal da magreza e da boa forma física. Este padrão se impõe especialmente para asa mulheres, nas quais a aparência física representa uma importante medida de valor pessoal. Proliferam novas e miraculosas dietas para emagrecimento.
Apesar na falta de informação com sólida base empírica e das limitações metodológicas de algumas pesquisas sobre transtornos alimentares em países
não europeus ou norte-americanos, a descrição crescente da ocorrência da anorexia nervosa em outras sociedades tem oferecido dados para a argumentação contrária à visão dos transtornos alimentares como síndrome restrita à cultura ocidental.
O processo de aculturação parece também ter alguma influência na
ocorrência dos transtornos alimentares entre imigrantes residindo em países ocidentais de primeiro mundo e nas minorias étnicas destes países.
Segundo autores, a razão para este aumento se deve a melhores métodos de detecção de caso, maior acesso ao sistema de saúde, mudanças nos padrões sócio-econômicos e mais ampla adoção do padrão de magreza.
Quais as teorias psicológicas que tentam explicar o que acontece com alguém com transtorno alimentar?
As teorias psicológicas tentam discutir e compreender como se dá a relação do ser humano com o alimento e a forma corporal, bem como de que forma isso poderia se relacionar com o modo pelo as anoréxicas pensam, sentem e se comportam.
De modo bem simples, poderíamos destacar a visão psicanalítica e a visão cognitivista a respeito dos transtornos alimentares, porque são as formas de psicoterapia maios utilizadas no tratamento individual ou em grupo dessas pacientes.
A visão psicanalítica se formou, a partir dos estudos e teorias de Sigmund Freud, o criador da Psicanálise, no início de século. Entre outras idéias, formulou que a causa da maioria dos problemas e sofrimentos psicológicos são conflitos, em geral entre os desejos do próprio indivíduo e os limites do ambiente e da sociedade. Anoréxicas e bulímicas passam, ao longo da vida, por diversas experiências de conflito e sofrimento psíquico, seja em aceitar a si próprias e às suas necessidades básicas (por exemplo, a de precisar de alimento), seja em relação às expectativas de outras pessoas, as quais buscam atender ( por exemplo, familiares). Contudo, para explicar por que problemas emocionais vão se refletir na alimentação, é preciso recordar outra das teorias de Freud, a respeito do desenvolvimento afetivos e sexual, que se inicia na infância. Ele dividiu em diversas etapas ou fases este desenvolvimento, no qual a criança vai descobrindo, em si mesma, fontes de sentimentos prazerosos e desprazerosos.
A primeira dessas etapas é justamente a chamada fase oral, na qual a criança, a partir do contato com o seio materno, associa a obtenção de alimento com o contato afetivo e o prazer. Obviamente, outros estudiosos modificam e ampliaram essas teorias. AO se entrar em contato com uma paciente anoréxica ou bulímica, percebe-se que o mais importante é que ela descubra qual é o significado (muitas vezes inconsciente e desconhecido para ela) do seu sintoma e como isso pode ser integrado e vivido de forma menos angustiante.
A visão cognitivista se baseia em uma outra teoria, a de que as cognições ou idéias do indivíduo influenciam a sua afetividade. No caso da Anorexia Nervosa e da bulimia nervosa, pessoas com esses tipos de problema teriam originalmente experiências que as fizeram pensar que somente se sentiriam melhor ou mais valorizadas se tivessem determinada aparência, não fossem obesas e para tanto tivessem que praticar dietas e comportamentos purgativos. Ademais, teriam erros de raciocínio ou “distorções cognitivas” que justificariam continuar mantendo esses comportamentos, como, por exemplo, “sou magra e estou bem”, “aquela comida vai me engordar, por isso nunca mais vou comê-la”, sem argumentos lógicos que justifiquem tais idéias.
Diagnósticos e características clínicas
O aparecimento da Anorexia Nervosa ocorre entre os 10 e 30 anos de idade. Os pacientes fora desta faixa etária não representam casos típicos e, portanto, seus diagnósticos devem ser questionados. Após os 13 anos de idade, a freqüência do aparecimento da condição aumenta rapidamente, sendo máxima aos 17 ou 18 anos de idade. Em cerca de 85% de todos os pacientes com Anorexia Nervosa o surgimento da doença dá- se entre os 13 e 20 anos, alguns, antes dos 10 anos, eram “enjoados” para comer ou tinham freqüentes problemas digestivos.
Os critérios de diagnóstico do DSM-IV para Anorexia Nervosa são estes:
Recusas a manter o peso corporal em um nível igual ou acima do mínimo normal adequado a idade e a altura (por exemplo, perda de peso e levando a manutenção do peso corporal abaixo de 85% do esperado; o fracasso é inteiro ganho de peso esperado durante o período de crescimento, levando a um peso corporal menor que 85% do esperado).
Medo intenso de ganhar peso ou de se tornar gordo, mesmo estando com peso abaixo do normal.
Perturbação no modo de vivenciar o peso ou a forma do corpo, influencia indevida do peso ou da forma do corpo sobre a auto- avaliação, ou negação do baixo peso corporal atual.
Nas mulheres pós- menarca, amenorréia, isto é, ausência de pelo menos 3 ciclos menstruais consecutivos. (Considera-se que uma mulher tenha amenorréia se seus períodos ocorrem apenas após a administração de hormônio, por exemplo estrógeno).
Características físicas:
Os pacientes geralmente chegam ao médico quando a perda de peso se torna aparente, o peso cai assustadoramente. Anoréxicas com 42 kg são consideradas de peso bom. Freqüentemente o peso chega a 36, 32, 28 kg ou menos.
A medida que a perda ponderal se aprofunda aparecem sinais físicos como hipotermia (temperatura abaixo de 35 C), edema (inchaço), bradicardia (coração bate mais lentamente), hipotensão (pressão arterial abaixo do normal), lanugo (pelos finos que recobrem a pele do rosto e outras partes do corpo), pele seca, intolerância ao frio, queda de cabelo, olhos fundos, envelhecimento precoce e outras alterações metabólicas.
Algumas pacientes chegam a atenção médica por causa da amenorréia que freqüentemente aparece antes de sua perda de peso ser perceptível.
Outras complicações médicas desse transtorno alimentar serão citadas logo abaixo:
Relacionadas a perda de peso:
Caquexia: Perda de gordura, massa muscular, metabolismo tireoídeo reduzido, dificuldades para manter a temperatura corporal básica.
Cardíaca: Perda do músculo cardíaco, coração pequeno, arritmia cardíaca, parada cardíaca.
Digestivos gastrintestinais: Inchação, constipação (queixas de intestino preso), dor abdominal .
Reprodutivas: Baixos níveis de hormônios luteinizante (LH) e hormônio folículo- estimulante (FSH).
Hematológicas: leucopenia (diminuição do número de leucócitos: diminuição da defesa do organismo a infecções).
Neuropsiquiátricas: Sentido de paladar anormal
Esqueléticas: Osteoporose (Conseqüência do baixo consumo e absorção de cálcio).
Endócrinas: Hipotireoidismo
Relacionadas a purgação (vômitos e uso de laxantes)
Digestivas- gastrintestinais: Inflamação e aumento das glândulas salivares e pancreáticas e aumento da amilase sérica, erosão esofágica e gástrica.
Dentárias: Erosão do esmalte dentário
Neuropsiquiátricas: Convulsões, fadiga e fraqueza.
Características psicológicas:
Surgimento da doença dá-se entre os 13 e 20 anos.
Meninas inteligentes, bonitas, perfeccionistas e espertas.
Existe uma preocupação em comer em público.
Enquanto fazem uma refeição tentam livrar-se do alimento colocando-o no guardanapo ou escondendo-o nos bolsos.
Cortam a carne em pedaços muito pequenos e levam muito tempo mexendo com a comida no prato.
Sentimento de inutilidade
Pensamento inflexível
Isolamento social (até mesmo namoro)
Expressão emocional demasiadamente refreadas
Sua auto- estima está associada ao grau de sua forma e peso corporais
A perda de peso é vista como uma conquista, é um sinal de auto- disciplina
E o ganho de peso é visto como um fracasso
Os indivíduos com estes transtornos até reconhecem que estão magros, mas negam as implicações de seu estado de desnutrição, ou até mesmo a morte.
A indução de vômitos, onde uma simples escova de dentes ou cabo de uma colher se tornam ótimos instrumentos para induzir o vômito (se não vomitarem se sentem sujas).
Abuso de laxantes e diuréticos que conduzem ao mórbido emagrecimento desejado.
Irritabilidade (pouco conversam)
Agressividade
Choro
Adoram cozinhar e servir comida para os outros, mas elas mesmas fazem exercícios físicos exageradamente
Acham que o tratamento é totalmente desnecessário
Transtornos mentais associados:
Transtornos depressivos tais como: humor deprimido, retraimento social, irritabilidade, insônia e interesse diminuído por sexo. Esses pacientes podem ter um quadro clínico e sintomático que satisfaz os critérios para um transtorno depressivo maior. Estes sintomas de perturbação de humor deve portanto ser reavaliados após uma reavaliação completa ou parcial do peso.
A depressão também é muito freqüente entre indivíduos com AN.
Transtornos Obsessivos Compulsivos: Pessoas com TOC sente-se aprisionadas por pensamentos e comportamentos que se repetem e que o próprio indivíduo considera absurdos, desagradáveis e impossíveis de fazer cessar.
Quando os indivíduos com AN apresentam obsessões e compulsões não relacionadas a alimentos, forma corporal ou peso, podem haver um diagnóstico conjunto e concomitante de transtornos obsessivo compulsivo que são relacionados quando não são relacionados com comida.
Alguns sinais e comportamentos de risco devem estar em observação constante para que a doença possa ser evitada. São eles:
- excesso de exercícios físicos;
- restrição de diversas comidas, principalmente as mais calóricas ou gordurosas;
- fadiga;
- desconforto com a presença da comida;
- hábitos alimentares diferentes, como cortar a comida em minúsculos pedaços;
- avaliação freqüente do próprio peso;
- culpa ou vergonha de comer;
- dores de cabeça;
- dificuldade de alimentação na frente de outras pessoas;
- depressão;
- irritabilidade;
- mudanças de humor constantes;
- inseguranças pessoais;
- busca por aprovação;
- perfeccionismo;
- a diminuição gradativa das atividades sociais e isolamento também é uma característica da anorexia, mas pode ser confundidad com a “Síndrome da Adolescência Normal”, que também relata comportamentos de isolamento em adolescentes.
Fontes: Duard e Brasil Escola
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Incrível habilidade com as mãos...
e muita sensibilidade musical...
Vadrum Meets the Barber of Seville (Drum Video)
Pensa em mim - Darvin
Inspiração dos meus sonhos não quero acordar
Quero ficar só contigo não vou poder voar
Por que parar pra refletir se meu reflexo é você
Aprendendo uma só vida, compartilhando prazer
Por que parece que na hora eu não vou agüentar
Se eu sempre tive força e nunca parei de lutar
Como num filme, no final tudo vai dar certo
Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto
Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá, pra eu ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo
O tempo que passamos juntos vai ficar pra sempre
Intimidades, brincadeiras, só a gente entende
Pra quem fala que namorar é perder tempo eu digo:
Há muito tempo eu não crescia o que eu cresci contigo
Juntos no balanço da rede, sob o céu estrelado
Sempre acontece, o tempo pára quando eu tô do seu lado
A noite chega eu fecho os olhos e é você que eu vejo
Como eu queria estar contigo eu paro e faço um desejo
Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá, pra eu ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo (4x)
Mais uma vez que te amo...
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Sabe o que é sinestesia?
Existem quatro tipos principais de sinestesia, que podem ser difíceis de separar ou podem ser encontrados juntos em uma única pessoa.
Sinestesia cor-grafema - as cores são associadas a números, palavras ou letras.
Sinestesia som-cor - os sons são associados a cores.
Sinestesia palavra-sabor - as palavras são associadas a sabores.
Sinestesia sabor-toque - os sabores são associados a sensações físicas.
Imagine-se lendo este texto e cada letra dele assume uma cor diferente diante de seus olhos, ou então ao olhar um belo por-do-sol com seus tons de alaranjado e vermelho, sentir o sabor de um doce. Estas são só algumas das manifestações da Sinestesia, uma condição neurológica especial do cérebro que interpreta de forma diversa os sinais vindos de nossos órgãos sensoriais, notadamente a visão.
Não é considerada uma doença ou defeito mental, apenas uma forma diferente do cérebro interpretar os sinais. No passado era considerada apenas o fruto de mentes muito criativas e inventivas, ou então pura loucura mesmo. Atualmente são objeto de muito estudo para ajudar-nos a compreender o funcionamento de nossos sentidos e sua interpretação no cérebro.
No cérebro de um sinestésico as cores têm propriedades que não podemos imaginar, por exemplo o vermelho pode ser sólido, o amarelo é brilhante, uma barra de chocolate lembra a cor púrpura e tem aroma de azul escuro. Em alguns casos o tato pode ser associado, como uma pancada no canto da mesa que remete à cor marrom ou o laranja da confusão.
Isto não são conceitos culturais como dizer que vermelho é quente e branco é paz. São percepções fisiológicas com respostas químicas cerebrais, são realmente percebidas desta forma e de uma maneira particular a cada caso.
A causa
Embora já seja aceita como uma condição real e não apenas imaginação exagerada, a causa da sinestesia é desconhecida. Algumas hipóteses já foram levantadas e compõem parte do campo de estudos do assunto:
Supõe-se que todos os sentidos são interpretados de forma separada e protegida em regiões distintas do cérebro. Na sinestesia haveria uma queda de uma ou mais destas barreiras, fazendo com que os sinais dos órgão sensoriais chegassem a mais de uma área interpretativa, gerando respostas fora do comum.
Todos nasceríamos com esta condição, desta forma o cérebro infantil seria sinestésico por definição mas nos primeiros meses ou anos de vida passaria por um processo de especialização que levaria à conformação convencional que conhecemos, os sinestésicos adultos continuariam com as funções sensoriais mescladas em algum nível.
Os sinais sensoriais chegam a várias áreas do cérebro mas algum tipo de “máscara” faz com que apenas alguns sejam filtrados e interpretados por determinados setores cerebrais. A sinestesia seria originada pela queda desta “máscara”.
Esta última hipótese tem base nos sintomas de quem é usuário de alucinógenos como LSD e mescalina cujos sintomas são semelhantes ao da sinestesia só que muito mais fortes e descontrolados.
Sinestesia vem do grego syn (união) e aisthesis (sensação)
Não é considerada uma doença ou defeito mental, apenas uma forma diferente do cérebro interpretar os sinais. No passado era considerada apenas o fruto de mentes muito criativas e inventivas, ou então pura loucura mesmo. Atualmente são objeto de muito estudo para ajudar-nos a compreender o funcionamento de nossos sentidos e sua interpretação no cérebro.
No cérebro de um sinestésico as cores têm propriedades que não podemos imaginar, por exemplo o vermelho pode ser sólido, o amarelo é brilhante, uma barra de chocolate lembra a cor púrpura e tem aroma de azul escuro. Em alguns casos o tato pode ser associado, como uma pancada no canto da mesa que remete à cor marrom ou o laranja da confusão.
Isto não são conceitos culturais como dizer que vermelho é quente e branco é paz. São percepções fisiológicas com respostas químicas cerebrais, são realmente percebidas desta forma e de uma maneira particular a cada caso.
A causa
Embora já seja aceita como uma condição real e não apenas imaginação exagerada, a causa da sinestesia é desconhecida. Algumas hipóteses já foram levantadas e compõem parte do campo de estudos do assunto:
Supõe-se que todos os sentidos são interpretados de forma separada e protegida em regiões distintas do cérebro. Na sinestesia haveria uma queda de uma ou mais destas barreiras, fazendo com que os sinais dos órgão sensoriais chegassem a mais de uma área interpretativa, gerando respostas fora do comum.
Todos nasceríamos com esta condição, desta forma o cérebro infantil seria sinestésico por definição mas nos primeiros meses ou anos de vida passaria por um processo de especialização que levaria à conformação convencional que conhecemos, os sinestésicos adultos continuariam com as funções sensoriais mescladas em algum nível.
Os sinais sensoriais chegam a várias áreas do cérebro mas algum tipo de “máscara” faz com que apenas alguns sejam filtrados e interpretados por determinados setores cerebrais. A sinestesia seria originada pela queda desta “máscara”.
Esta última hipótese tem base nos sintomas de quem é usuário de alucinógenos como LSD e mescalina cujos sintomas são semelhantes ao da sinestesia só que muito mais fortes e descontrolados.
Sinestesia vem do grego syn (união) e aisthesis (sensação)
Parece loucura
Sinestésicos podem se sentir ridicularizados. “A maioria das pessoas às quais explico os efeitos, me olham maravilhadas ou como se fosse louca.”, diz Carey uma das pacientes do estudo. “Especialmente amigos que possuem uma mente muito lógica. Eles ficam perplexos.”
Os efeitos podem ser dos mais variados, o tipo “projetor” vê as cores associadas a letras por exemplo no ar, diante de seus olhos. Já os “associativos” veriam estas cores apenas internamente, é o caso de Carey que diz que as cores piscam como flashes atrás do olho e em outros casos deslizam lentamente como a luz do sol sobre uma bolha de sabão.
Um terceiro grupo é chamado de “perceptual”, onde as percepções são associadas a estímulos como sons e objetos, como alguém que pode sentir o sabor de formas geométricas. Já o grupo “conceitual” é sensível a conceitos abstratos como o tempo, um caso em específico deste grupo é o de uma mulher que dizia perceber os meses do ano como uma fita que flutuava ao redor de seu corpo, cada um com uma cor. Diz ela: “O mês de fevereiro é verde claro e fica bem à minha frente.
E você?
Se achou menos maluco agora? Em todo caso, não recomendo experimentar um ponto de LSD só para ver como é o “barato” desta condição de “sentidos ampliados”. Alguns artistas e filósofos famosos foram, supostamente sinestésicos, talvez por isso tivessem uma percepção diferente de cores, sons e idéias.
Sinestesia e música
A vertente não patológica do fenómeno de sinestesia tem sido explorada na indústria audiovisual em videoclips musicais por exemplo, permitindo “ver” a música.
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