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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Rotina do Técnico e Auxiliar de Enfermagem




Receber do colega os pacientes (no setor), tomando conhecimento das ocorrências;

Fazer a leitura do livro de relatório geral;

Obedecer à escala diária de leitos;

Fazer, na folha de prescrição, anotações claras e legíveis de todos os cuidados prestados e de todas as observações feitas, assinando sempre ao final das mesmas;

Cumprir as rotinas estabelecidas;

Solicitar a presença do enfermeiro sempre que houver dúvidas;

Atender sempre aos chamados dos pacientes;

Preparar a unidade para admissões, e receber o paciente;

Preparar o paciente para alta e transferências;

Preparar o corpo em caso de óbito e encaminhá-lo, caso exista, à capela do hospital;

Executar todos os cuidados prescritos e necessários ao paciente:
. higiene oral e corporal;
. mudanças de decúbito;
. prevenção e tratamento de escaras;
. lavagem intestinal; . aspirações (oral e traqueal);

. verificação de sinais vitais (na rotina, na admissão e no pré e pós-operatório), além de assistência em parada cárdio-respiratória;

. lavagem gástrica;

. aplicações quentes e frias;

. colocação de eletrodos;

. tricotomias;

. preparo e administração de medicamentos;

. preparo do paciente para exames específicos;
. instalação de oxigênio com cateter nasal, e traqueostomia;

. coleta de material para exames;
. fornecimento e retirada de comadres e patinhos, e encaminhamento dos mesmos para central de material;

. observação e registro do aspecto das eliminações;

. auxílio em pequenas cirurgias (traqueostomia, punção de veia profunda);

. auxílio ao paciente em todas as ações que ele não conseguir executar sozinho, tais como: comer, locomover-se, comunicar-se, etc.



Consevar todo o material da unidade;

Comunicar ao enfermeiro a falta de qualquer material ou medicamento, e as intercorrências;

Participar de cursos, trabalhos e pesquisas realizadas no hospital;

Em serviço noturno, obedecer à escala de descanso;

Participar de reunião com a chefia, sempre que for convocado.



quinta-feira, 2 de abril de 2009

Estágio em enfermagem...


Sempre ouvimos várias histórias a respeito do estágio, mas nada como ser um estagiário e poder enxergar a realidade com nossos próprios olhos.
Este é primeiro contato que temos com nossa futura profissão, posso dizer que é um momento de intensa modificação sobre o que pensávamos a respeito dessa área, pois como todos sabem, a prática é completamente diferente da teoria. Aprendemos o certo e executamos o errado. É nesta hora que lembramos dos professores, que sempre dizem que devemos fazer da maneira correta, mas acabamos por optar pela forma mais prática é fácil. Sempre nos acostumamos com a rotina da instituição que nos oferece estágio. O que não podemos fazer é deixar com que nos tornemos profissionais de enfermagem desleixados e sem interesse em tornar a classe bem vista. E isso se faz através de um atendimento respeitoso, cuidados realizados com boa técnica e principalmente um relatório de enfermagem bem feito, pois este dá continuidade ao atendimento ao cliente e demonstra o interesse da equipe em recuperar sua saúde.
Um outro ponto importante é o instrutor de estágio, este deve compreender o que é ser instrutor. Ser instrutor não significa apenas acompanhar o estagiário por onde ele for, significa dar instruções, corrigir, dar dicas, explicar a melhor forma de realizar uma técnica, como tratar o cliente, o acompanhante, etc.
Nós, estagiários, devemos ter em mente que o campo de estágio é um local de aprendizado, para podermos colocar em prática tudo que nos foi ensinado e que consequentemente nos dá uma idéia de como é o serviço de enfermagem e se é isso que queremos para nossa vida.