domingo, 10 de maio de 2009

I Dreamed a Dream - Susan Boyle



I dreamed a dream

I dreamed a dream in time gone by
When hopes were high and life worth living,
I dreamed that love would never die
I dreamed that God would be forgiving

Then I was young and unafraid,
When dreams were made and used and wasted
There was no ransom to be payed,
No song unsung, no wine untasted

But the tigers come at night,
With their voices soft as thunder,
As they tear your hope apart
As they turn your dreams to shame

And still I dreamed he'd come to me
And we would live the years together,
But there are dreams that cannot be
And there are storms we cannot weather

I had a dream my life would be
So different from this hell I'm living
So different now from what it seemed
Now life has killed the dream I dreamed

sábado, 9 de maio de 2009




Se se morre de amor - Gonçalves Dias




Se se morre de amor! – Não, não se morre,
Quando é fascinação que nos surpreende
De ruidoso sarau entre os festejos;
Quando luzes, calor, orquestra e flores
Assomos de prazer nos raiam n’alma,
Que embelezada e solta em tal ambiente
No que ouve e no que vê prazer alcança!

Simpáticas feições, cintura breve,
Graciosa postura, porte airoso,
Uma fita, uma flor entre os cabelos,
Um quê mal definido, acaso podem
Num engano d’amor arrebentar-nos.
Mas isso amor não é; isso é delírio
Devaneio, ilusão, que se esvaece
Ao som final da orquestra, ao derradeiro

Clarão, que as luzes ao morrer despedem:
Se outro nome lhe dão, se amor o chamam,
D’amor igual ninguém sucumbe à perda.
Amor é vida; é ter constantemente
Alma, sentidos, coração – abertos
Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos,
D’altas virtudes, té capaz de crimes!
Compreender o infinito, a imensidade
E a natureza e Deus; gostar dos campos,
D’aves, flores,murmúrios solitários;
Buscar tristeza, a soledade, o ermo,
E ter o coração em riso e festa;
E à branda festa, ao riso da nossa alma
fontes de pranto intercalar sem custo;
Conhecer o prazer e a desventura
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto
O ditoso, o misérrimo dos entes;
Isso é amor, e desse amor se morre!

Amar, é não saber, não ter coragem
Pra dizer que o amor que em nós sentimos;
Temer qu’olhos profanos nos devassem
O templo onde a melhor porção da vida
Se concentra; onde avaros recatamos
Essa fonte de amor, esses tesouros
Inesgotáveis d’lusões floridas;
Sentir, sem que se veja, a quem se adora,
Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!

Feliz Dia das Mães

No momento em que uma criança nasce, a mãe também nasce. Ela nunca existiu antes. A mulher existia, mas a mãe, nunca. Uma mãe é algo absolutamente novo.
(Rajneesh)

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Soneto de Fidelidade - Vinícius de Morais




De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinicius de Moraes, "Antologia Poética", Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1960, pág. 96.

Punção Venosa Periférica - Abocath


MATERIAL:

- Um par de luvas de procedimento;

- Uma seringa de 10 mL com ABD;

- Um infusor duas vias;

- Um garrote;

- Bolas de algodão embebidas em solução anti-séptica ( PVPI alcoólico ou álcool à 70%);

- Fita adesiva ( esparadrapo, micropore ou curativo transparente);

- Uma bandeja ou uma cuba rim;

- Cânula sobre agulha números 18, 20, 22 ou 24;

Observação: Escolher um número da cânula sobre agulha adequado para o calibre da veia.


PROCEDIMENTOS:

A técnica de punção é a anterior, com angulação de 15º e agulha com bisel para cima.

- Ao penetrar no interior da veia, veremos que reflui sangue no dispositivo transparente (canhão) do abocath.
- Segura-se o mandril e empurra-se o cateter para o interior da veia até fique complemente introduzido.
- Retira-se o mandril, comprimindo-se a ponta do catéter, sobre a pele, impedindo ou diminuido o refluxo de sangue;
- Conecta-se ao equipo de soro através de uma torneira de 3 vias ou similar.
- Após a punção, deve ser feito o teste de refluxo, para evidenciar que realmente o cateter está no interior do vaso e, então, inicia-se o gotejamento do soro e fixação do acesso.

VENÓCLISE



Tipos de Dispositivis Intravenosos


Fonte: PDAMED e Blog Enfermagem

Punção Venosa Periférica - Scalp


MATERIAL:

- Um par de luvas de procedimento;

- Uma seringa de 10 mL com ABD;

- Um garrote;

- Bolas de algodão embebidas em solução anti-séptica ( PVPI alcoólico ou álcool à 70%);

- Fita adesiva ( esparadrapo, micropore ou curativo transparente);

- Uma bandeja ou uma cuba rim;

- Cateter periférico tipo Scalp números 19, 21, 23, 25 e 27;

Observação: Escolher um número de Scalp adequado para o calibre da veia.


PROCEDIMENTO:

1. Lavar as mãos;

2. Desinfetar o garrote com álcool à 70%;

3. Reunir o material e levar para a unidade do paciente;

4. Explicar o procedimento ao paciente e solicitar a sua colaboração;

5. Calçar as luvas de procedimento;

6. Conectar a seringa com ABD ao Scalp e preencher o circuito;

7. Escolher o local de inserção do Scalp, priorizando inicialmente os membros superiores e os locais mais distais do braço, o que permitirá punções sucessivas acima do local escolhido. É importante também livrar as articulações;

8. Garrotear o membro superior escolhido sempre de 15 a 20 cm acima do local de inserção do Scalp;

9. Apalpar a veia com o dedo indicador. Em caso de dificuldade, solicitar ao paciente que coloque o braço em posição pendente e que abra e feche a mão algumas vezes, procedimento que visa aumentar o enchimento capilar.

10. Realizar a anti-sepsia do local escolhido, usando PVPI alcoólico ou álcool a 70%, partindo da porção distal do braço ou de baixo para cima, sempre no mesmo sentido;

11. Aguardar a ação do anti-séptico antes de realizar a punção;

12. Fixar a veia com o polegar livre, na porção distal ao ponto de inserção do Scalp;

13. Colocar o bisel da agulha voltado para cima e segurar de forma a unir as abas do suporte;

14. Introduzir a agulha em um ângulo de 45 graus, após penetrar a pele, diminuir o ângulo e progredir em direção à veia diminuindo a angulação até que a agulha fique paralela à pele. Introduzir completamente a agulha e observar a presença de retorno venoso.

15. Utilizar uma das mãos para fixar a posição do Scalp enquanto a outra testa o refluxo de sangue, ao puxar o êmbolo da seringa;

16. Soltar o garrote após ter certeza de que a agulha está na veia, observando o refluxo sangüíneo;

17. Fixar o Scalp com esparadrapo ou micropore, deixando livre o local de conexão para um equipo ou adaptador;

18. Anotar no próprio esparadrapo fixado: data, número do Scalp e nome do profissional que realizou o procedimento;

19. Posicionar o paciente confortavelmente;

20. Deixar a unidade em ordem;

21. Registrar o procedimento no prontuário do paciente.


Tipos de Dispositivos Intravenosos