terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ai de quem ama - Vinícius de Morais

Quanta tristeza
Há nesta vida
Só incerteza
Só despedida

Amar é triste
O que é que existe?
O amor

Ama, canta
Sofre tanta
Tanta saudade
Do seu carinho
Quanta saudade

Amar sozinho
Ai de quem ama
Vive dizendo
Adeus, adeus

sábado, 29 de agosto de 2009

Tá pensando em tomar anabolizante? Pense duas vezes!!!



Os esteróides anabolizantes são um grupo de hormônios ligados aos androgênios, os hormônios masculinos. São usados para melhorar a performance atlética e estimular o ganho de massa muscular.

O androgênio natural produzido pelo nosso organismo é a testosterona, responsável pela maior massa muscular, pela característica distribuição de pêlos e pela voz mais grossa do sexo masculino. Os hormônios masculinos são produzidos nos testículos e na supra-renal.

Muitos atletas e frequentadores de academia têm feito uso de androgênios sintéticos visando aumento de performance competitiva e aumento de massa muscular para fins estéticos.

Entre os mais comum podemos citar a Nandrolona (Deca Durabolin), estanozolol (Winstrol), androstenediona (Andro)*, dehidroepiandrosterona (DHEA)*, Oxandrolona (Anavar), Oximetolona (Anadrol-50 ), dihidrotestosterona (DHT) e a metiltestosterona.

* Parecem não oferecer real ganho de massa muscular

Os androgênios são usados na medicina desde a década de 30 e até hoje apresentam muitas finalidades na área médica, como no tratamento da caquexia em doentes com câncer e HIV, nos jovens com atraso de puberdade, no hipogonadismo, na andropausa, etc...

Desde 2002 surgiu uma nova classe de esteróides anabolizantes sintéticos, chamados de "designer steroids", voltados exclusivamente para atletas, já que foram desenhados para não serem detectados nos exames anti-doping. São drogas não testadas em estudos clínicos e não aprovadas para uso médico. São a classe mais perigosa de anabolizantes uma vez que não havendo trabalhos científicos sobre seus riscos e efeitos, os usuários acabam sendo as próprias cobaias.

Os mais famosos são:
Tetrahidrogestrinona (THG)
Desoximetiltestosterona (Madol)
Norboletona (Genabol)



Efeitos colaterias dos anabolizantes



- Testículos




Diminuem a função dos testículos levando a supressão da produção de testosterona natural, reduzindo a produção de espermatozóides e causando sua atrofia (diminuição de tamanho).

- Ginecomastia




É o termo usado para o aparecimento de mamas nos homens. Normalmente a testosterona é convertida em parte para o hormônio feminino estradiol. Quando se toma grandes quantidades de testosterona, grandes quantidades viram estradiol e estimulam o desenvolvimento de mamas. Nem todos os esteróides anabolizantes causam ginecomastia. Alguns como a dihidrotestosterona não são convertidos em estrogênio.

- Eritrocitose




É o aumento dos glóbulos vermelhos (hemácias). É o oposto da anemia.

- Hepatite Alguns androgênios são tóxicos ao fígado, podendo levar a hepatite e falência hepática. Um dos principais é o estanozolol (Winstrol).

- Coração




Parece haver um maior risco de morte súbita por doenças cardíacas em usuários de anabolizantes, mesmo naqueles que são jovens e não apresentam doença cardíaca prévia. Alguns anabolizantes também aumentam os níveis de colesterol LDL e reduzem o colesterol HDL. Existe também uma incidência maior de hipertensão nos usuários de esteróides anabolizantes.


- Pele




Além de acelerar o processo de calvície, pode produzir acne grave. Na foto abaixo o usuário desenvolveu uma acne tão extensa que quase morreu de sepse.



- Outros





Os esteróides também são associados a insuficiência renal , câncer de próstata , alteração da voz, comportamentos agressivos e distúrbios psiquiátricos.


- Adolescentes










Os anabolizantes interrompem o crescimento e aceleram a puberdade se tomados quando muito jovem.

- Mulheres





Talvez os efeitos mais drásticos ocorram no sexo feminino. As mulheres passam desenvolver características masculinas como voz grossa, alargamento da mandíbula, aumento do clitóris, calvície, crescimento de pelos na face e cessação da menstruação.


Fonte: MD Saúde






A pressa é a inimiga da digestão


Ao primeiro toque do despertador você pula da cama, se arruma e sai de casa correndo. Desfrutar de um belo desjejum nem passa pela cabeça. No almoço a ansiedade acelera as garfadas e encurta o tempo de mastigação. À tarde não há aquela paradinha para um lanche. E à noite, graças ao cansaço e à fome, a vontade é de atacar depressa tudo o que estiver à mesa ou na geladeira.

Os especialistas afirmam que esse cenário, em que não há espaço para refeições balanceadas e tranquilas, está por trás do aumento das queixas de problemas digestivos e até da obesidade.

O corre-corre faz mal em dois sentidos. Além de atrapalhar as refeições em si, indica nervosismo e agitação, emoções que atrapalham, sim, a digestão. Ela é regulada por uma rede de células nervosas interligadas com o cérebro, inclusive com aquelas áreas que têm a ver com os sentimentos, descreve o gastroenterologista Ivan Cecconello, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Prova disso é que situações estressantes muitas vezes causam diarréia, diz.

A boa notícia, é que pequenas alterações no dia-a-dia podem fazer maravilhas e contribuir no tratamento dos males mais comuns. Os remédios ajudam, mas, se não houver mudança de hábitos, o risco de os sintomas voltarem é grande, enfatiza o gastroenterologista Orlando Ambrogini Júnior, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.

O estilo de vida dizem em uníssono influi diretamente no processo de absorção dos nutrientes. E, quando ele acontece direito, não é só a barriga que sai mais leve. Até o coração pode ser beneficiado. Está provado, por exemplo, que a má digestão favorece problemas com o colesterol, entre outros. Por isso, vale a pena prestar mais atenção nas reações do seu corpo depois de uma boa refeição.

Muitos males atacam os órgãos envolvidos na digestão.Conheça os mais comuns e saiba como tratá-los

GASTRITE


Queimação e dor de estômago são as principais queixas de quem sofre com essa inflamação da mucosa estomacal. O desconforto esporádico, porém, não é suficiente para o veredicto de gastrite. Só vale a pena marcar uma consulta médica quando ele dura mais de duas semanas. Para o diagnóstico o especialista pedirá uma endoscopia. As imagens obtidas no exame revelarão se o indivíduo tem um dos dois tipos mais comuns da doença, a aguda, provocada pelo consumo abusivo de álcool ou de remédios, por exemplo, ou a crônica, que tem como causas principais o estresse constante, o cigarro e o café. Uma bactéria, a Helicobacter pylori, também pode estar por trás do mal. “De qualquer forma, a dieta precisa sofrer mudanças”, avisa Orlando Ambrogini Júnior. “Alimentos ácidos, gorduras, cafeína e álcool devem ser banidos.” Os remédios só entram em cena se, apesar das alterações no cardápio, a dor não for embora.

ÚLCERA


É uma ferida no estômago ou no duodeno, o início do intestino. Os sintomas são os mesmos da gastrite. Isso leva muita gente a imaginar, erroneamente, que as lesões provocadas pela úlcera resultaram da evolução do processo inflamatório nas paredes do estômago. Para aumentar a confusão, as causas dos dois problemas — uso prolongado de alguns remédios e ação da Helicobacter pylori — são semelhantes. Fatores como o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e o cigarro também podem contribuir para o desenvolvimento da úlcera. O tratamento, em princípio, é medicamentoso. A cirurgia só é cogitada se os remédios não surtirem o efeito esperado ou se houver complicações, como uma perfuração ou suspeita de câncer.

AZIA

Quem é que nunca sentiu aquela queimação depois de uma refeição muito pesada? A azia acontece quando parte do alimento que estava no estômago retorna para o esôfago e traz consigo os ácidos usados na digestão. Em geral o desconforto surge quando comemos demais. Isso porque a grande quantidade de alimento, juntamente com o ar que entra pela boca naturalmente enquanto mastigamos, faz muita pressão no esfíncter, a válvula que liga o esôfago ao estômago. Quando a azia aparece de vez em quando, tudo bem. Aí basta um antiácido para acabar com o mal-estar.

REFLUXO


Se a azia é frequente, ou seja, dá as caras pelo menos uma vez por semana, é bem provável que seja provocada pelo refluxo gastroesofágico. “Trata-se de um defeito no esfíncter, que não trabalha de maneira eficiente”, explica o gastroenterologista e nutrólogo Celso Cukier, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, em São Paulo. “O problema pode ser congênito ou provocado por fatores como obesidade”, acrescenta Ivan Cecconello. Daí, vira e mexe as paredes do esôfago são agredidas pelos ácidos que estão misturados à comida. “Isso pode provocar dor e até rouquidão”, diz Cukier. Em casos mais graves há risco de inflamação no esôfago, a esofagite, e até de um câncer. O refluxo costuma ser controlado com drogas e ajustes na dieta. Em alguns casos, no entanto, uma cirurgia pode ser necessária.

CONSTIPAÇÃO


Trata-se da famosa prisão de ventre. “O normal é evacuar diariamente”, afirma o gastroenterologista e cirurgião do aparelho digestivo Carlos José Lazzarini Mendes, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. “Se as idas ao banheiro forem espaçadas demais, é preciso analisar os hábitos que podem estar contribuindo para o intestino preguiçoso”, opina Mendes. Algumas pessoas, principalmente as mulheres, evitam utilizar o vaso sanitário em qualquer lugar e, com o tempo, é como se o intestino perdesse o hábito de se movimentar. Sim, porque ele produz movimentos para empurrar os alimentos.

Já quem apresenta prisão de ventre passageira quando viaja não precisa esquentar a cabeça. Isso é considerado uma reação normal em organismos mais sensíveis a mudanças de rotina. Quem tem o problema no dia-a-dia, porém, precisa procurar ajuda. “A prática de exercícios físicos ajuda a resolver a situação, porque aumenta o fluxo sangüíneo no abdômen e estimula os tais movimentos intestinais”, garante Celso Cukier.

FLATULÊNCIA


O incômodo provocado pelo excesso de gases vai muito além de situações vexatórias. Por sua causa a barriga incha, aparecem cólicas abdominais e às vezes uma dor tão forte no peito que chega a ser confundida com uma angina. Os gases podem se formar tanto em razão do ar que ingerimos junto com a comida, a bebida ou mesmo durante um bate-papo como pela ação das bactérias que fermentam os alimentos durante a digestão. Alguns cuidados diminuem a probabilidade do desconforto. “Comer devagar e moderar o consumo de alimentos que provocam mais fermentação, como o feijão e a lentilha, ajudam muito”, exemplifica Ivan Cecconelo. Certos remédios dão alívio, porque diminuem a agregação das bolhas de ar, que ficam fracas e estouram dentro do organismo. Não adianta, porém, consumi-los a torto e a direito sem mudar alguns hábitos.

DIARRÉIA


Ela pode ser causada por um alimento que não caiu bem. Ou por microorganismos, como bactérias e vírus, capazes de alterar o funcionamento do intestino. No entanto, algumas doenças inflamatórias no próprio órgão às vezes têm culpa no cartório. “Caso a disfunção perdure por cerca de 48 horas, evite gorduras e açúcares e beba bastante líquido, principalmente os isotônicos”, aconselha Carlos José Lazzarini Mendes. “Se mesmo assim o desarranjo persistir ou então se notar um pouco de sangue e ainda surgir febre, procure depressa um especialista”, alerta. “Em circunstância nenhuma tome remédios para estancar a diarréia ou analgésicos sem a supervisão de um médico”, aconselha. “Isso pode esconder os sintomas e mascarar um problema mais sério.”

HEMORRÓIDAS


“Elas consistem na dilatação dos vasos sangüíneos do reto e do canal do ânus”, explica o cirurgião do aparelho digestivo Marçal Rossi, de São Paulo. “Embora as causas não sejam totalmente conhecidas, já se sabe que podem ser provocadas pela prisão de ventre”, conta Rossi. As hemorróidas apresentam-se em quatro graus. As do primeiro são internas. As do segundo chegam a se projetar para fora do corpo, mas voltam espontaneamente. As do terceiro só retornam com um empurrãozinho de um especialista. Finalmente, no quarto grau, a mucosa do ânus fica exposta e o tratamento deve ser cirúrgico. O sintoma mais comum sempre é o sangramento, sem contar a sensação de coceira ou ardor.

Fonte: Saúde! é vital







segunda-feira, 27 de julho de 2009

Sutilmente - Skank



E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce

Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti (x2)

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce

Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Ressaca do fim de semana...

Entenda porque o álcool nos intoxica e causa ressaca



POR QUE FICAMOS BÊBADOS?

Para entender como o corpo lida com o álcool, é preciso primeiro saber como qualquer substância ingerida é metabolizada.

Quando uma substância é ingerida, ela é absorvida pelo trato gastrointestinal, cai na circulação sanguínea e obrigatoriamente passa primeiro pelo fígado. Lá sofre ação das enzimas hepáticas que iniciam o processo de metabolização. Após essa transformação, surgem novas substâncias que são chamadas de metabólitos. Esses metabólitos podem ser ativos ou inativos.

Alguns remédios como o Enalapril, por exemplo, são substâncias inativas, que só passam a exercer efeitos anti-hipertensivos após sua metabolização. O enalapril é inerte mas o seu metabólito é ativo. O processo inverso ocorre com algumas substâncias tóxicas que após metabolização pelo fígado dão origem a metabólitos inativos.

Após esse processo no fígado, os metabólitos seguem para o resto do corpo. Os ativos vão exercer seus efeitos nos mais variados locais e permanecem na circulação até serem excretados ou novamente metabolizados em substâncias inertes. O tempo que uma substância permanece ativa no corpo é que determina de quanta em quantas horas devemos tomar um determinado medicamento.

A intensidade e o efeito de qualquer substância ingerida depende do tipo de metabólito que é formado após essa primeira passagem no fígado. É importante salientar que na primeira passagem apenas parte dessas substâncias são metabolizadas (algumas mais, outras menos). A outra parte segue para circulação e só será processada quando retornar ao fígado. Dependendo da substância e da quantidade ingerida, são necessárias várias passagens até sua completa metabolização.

O álcool (etanol) é uma substância tóxica e passa por esse mesmo processo. O Álcool é primeiramente metabolizado em acetaldeído (uma substância ainda mais tóxica) e depois novamente metabolizado em ácido acético (vinagre) que é um metabólito não tóxico. Por fim é transformado em água e gás carbônico (CO2).

Nem todo o álcool ingerido consegue ser processado na primeira passagem. O corpo só consegue metabolizar o equivalente a 1 taça de vinho ou 300 ml de cerveja por hora. Portanto, se tomarmos o equivalente a 5 taças de vinho, o corpo demora em média 5 horas para eliminar todo esse volume. Esse tempo é variável de pessoa para pessoa, sendo em geral, mais lento em mulheres e idosos.

A absorção de álcool pelo trato intestinal é muito mais rápida do que a capacidade do fígado de metabolizá-lo. O resultado é final é que teremos ao mesmo tempo na circulação sanguínea concentrações diferentes de etanol, acetaldeído e ácido acético.

Quando estamos de estômago cheio, a absorção de etanol fica mais lenta, dando mais tempo ao fígado para metabolizar o álcool que chega. Por isso, a intoxicação por etanol é mais intensa quando bebemos em jejum. Bebidas alcoólicas gasosas também são absorvidas mais lentamente.

Após bebermos álcool, o resultado é o seguinte: 92% do etanol ingerido é metabolizado no fígado, 3% é eliminado na urina, 5% é eliminado pelos pulmões na respiração (daí o teste do bafômetro) e menos de 1% na pele através do suor.

O álcool age em todo organismo, mas os seus efeitos mais visíveis são no cérebro, principalmente na intoxicação aguda. É sempre bom lembrar que o álcool e o seu primeiro metabólito, o acetaldeído são tóxicos, e quando o organismo é exposto frequentemente a eles, vários órgãos sofrem lesão.

Em pequenas quantidades, o álcool é estimulante levando a euforia e maior interação social. Pequenas doses já afetam a coordenação motora e capacidade de concentração. A capacidade de julgamento fica alterada e surgem os comentários e as ações impróprias.

Doses maiores de álcool na circulação levam a depressão do sistema nervoso, surgindo progressivamente conforme a concentração sanguínea se eleva: letargia, sonolência, redução do nível de consciência, coma e morte.

RESSACA

A ressaca parece ocorrer por 3 motivos: 1.) Intoxicação pelo acetaldeído, 2.) queda da glicose sanguínea(hipoglicemia) e 3.) desidratação.

1.) O acetaldeído chega a ser até 30x mais tóxico do que o etanol. Em casos de consumo de grandes quantidades de álcool, pode haver presença deste na circulação ainda por várias horas após a bebedeira. O acetaldeído é carcinogênico (leia sobre câncer) e leva a lesão do fígado à longo prazo.

2.) O processo de metabolização do etanol envolve vias enzimáticas do fígado que também participam da geração de glicose, principalmente em períodos de jejum. Como essa enzimas estão ocupadas metabolizando o etanol, temos uma queda no nível de glicose para o cérebro e outras regiões do organismo. Daí surgem os sintomas de fraqueza e mal estar.

3.) Uma das ações do etanol no cérebro e inativar um hormônio chamado de ADH (hormônio antidiurético em inglês). Esse hormônio é o responsável pela reabsorção de toda água filtrada pelo rim. O ADH é um dos mecanismos de controle da quantidade de água corporal. Quando este é inibido, toda água que passa pelo rim é eliminada na urina. Por isso, alguns minutos após o ingestão de álcool, começamos a urinar o tempo o todo. Já reparou como é clara a urina após consumo de bebidas alcoólicas? Isso ocorre porque neste momento sua urina é basicamente só água. Esse efeito diurético leva a desidratação, que causa os sintomas de boca seca, sede, dor de cabeça, irritação e câimbras.

Não existe remédio que cure ressaca, nem que acelere o metabolismo do etanol. De nada adianta banho frio, café, chá, produtos com cheiro forte ou qualquer outra medicação caseira. O importante é hidratação, glicose e repouso.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Bom dia!


Bom dia!
Olhe o infinito...
O céu azul, o mistério da natureza que nos dá todas as alegrias do mundo...

Bom Dia!
É a palavra mágica que faltava nesta manhã, e vem expressar à você,
o maravilhoso amanhecer que lhe desejo, repleto de amor,
prosperidade e paz...
Hoje certamente, tudo dará certo,
o seu caminho será suavizado pela brisa do ar,
que chegará até você de mansinho,
trazendo com ela o aroma das flores, que darão colorido ao seu dia.
Tudo isso Deus coloca ao nosso alcance,
para avaliarmos o magnífico presente de estarmos vivos
e sobretudo podermos dizer:
Bom Dia!!!

Mensagem enviada por Lá

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Provérbio Árabe



Não diga tudo quanto sabes
não faças tudo quanto podes
não creias em tudo quanto ouves
não gastes tudo quanto tens

porque

quem diz tudo quanto sabe
quem faz tudo quanto pode
quem crê em tudo quanto ouve
quem gasta tudo quanto tem

muitas vezes

diz o que não convém
faz o que não deve
julga o que não vê
gasta o que não pode